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Porto Alegre, domingo, 17 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Internacional

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Chile

17/12/2017 - 16h16min. Alterada em 17/12 às 16h50min

Chilenos voltam às urnas para escolha de novo presidente

Mesários receberam os eleitores chilenos estilizados com boné de Papai Noel em clima de Natal

Mesários receberam os eleitores chilenos estilizados com boné de Papai Noel em clima de Natal


PABLO VERA LISPERGUE/AFP/JC
Agência Brasil
Os chilenos votam neste domingo (17) no segundo turno para eleger um novo presidente, marcado por forte concorrência. Os eleitores escolhem entre o conservador Sebastián Piñera e o progressista Alejandro Guillier. Apesar da lentidão observada pela manhã, mais de 48 mil mesas de votação foram abertas em todo o país.
O voto no Chile é voluntário, e a expectativa das autoridade é de que menos metade dos 14,3 milhões de eleitores que costumam votar compareçam às urnas neste domingo. No primeiro turno, a participação foi de 46,7% do eleitorado (6,7 milhões).
"O que determinará quem ganhará se resume à quantidade de pessoas que ficarão em casa, em particular quantas do lado de Guillier", disse Robert Funk, diretor do Centro de Estudos da Opinião Pública da Universidade do Chile.
Numa eleição cujo voto não é obrigatório, está em jogo a continuidade das reformas sociais e da centro-esquerda frente uma promessa de maior bonança econômica da centro-direita. Piñera, de 68 anos, foi presidente do Chile de 2010 a 2014. Ele conquistou 36,6% dos votos no primeiro turno, um ponto percentual abaixo da maioria absoluta, enquanto Guillier obteve 22,7% dos votos entre os oito candidatos que disputaram a eleição.
Durante a campanha do segundo turno, Piñera teve o apoio de um ex-candidato ultraconservador (que obteve 7,9% dos votos), enquanto Guillier conseguiu o suporte de quase todos os outros candidatos de centro-esquerda que participaram do primeiro turno em novembro.
A eleição está sendo vista como um referendo sobre a gestão da presidente Michelle Bachelet, que está deixando o cargo e buscou reduzir a enorme diferença de renda entre ricos e pobres com uma série de reformas. Apesar disso, vários desacordos dentro do governo e uma economia quase estagnada escureceram seu legado.
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