Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 12 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

meio ambiente

Notícia da edição impressa de 13/12/2017. Alterada em 12/12 às 20h31min

Banco Mundial deixará de financiar exploração de petróleo e gás em 2019

Para Macron, Acordo de Paris é frágil e países não se movem o 'suficiente'

Para Macron, Acordo de Paris é frágil e países não se movem o 'suficiente'


/ETIENNE LAURENT/AFP/JC
A capital da França foi palco ontem de mais uma conferência para debater o financiamento do Acordo de Paris - assinado há exatos dois anos entre 195 nações. No encontro, que reúne mais de 50 chefes de Estado e de governo, atores econômicos e financeiros - entre os quais, o Banco Mundial - anunciaram seus compromissos contra as mudanças climáticas. A instituição divulgou que, a partir de 2019, não vai mais financiar a exploração de petróleo e de gás.
Promovida pelo presidente da França, Emmanuel Macron, a cúpula Um Planeta definiu uma dúzia de projetos internacionais que irão injetar milhões de dólares em esforços para reduzir as mudanças climáticas. O anfitrião se mostrou contrário à decisão do presidente Donald Trump, de retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris de 2015, no qual foi acordado acabar com a grande dependência de combustíveis fósseis e conter o aquecimento global.
Macron também convidou líderes mundiais a cumprir os compromissos na batalha contra o aquecimento global. Em seu discurso de abertura da cúpula, disse: "estamos nos divertindo aqui, mas estamos perdendo a batalha". 
Os projetos propostos incluem um programa para oito estados dos EUA para desenvolver veículos elétricos, um fundo de investimento para o Caribe e financiamento da fundação de Bill Gates para ajudar agricultores a se adaptarem às mudanças climáticas. Os projetos também visam acelerar o fim do motor de combustão como parte dos objetivos do Acordo de Paris.
Para Macron, o acordo é frágil e os países não estão se movendo "rápido o suficiente". Segundo ele, é hora de agir para ganhar a batalha contra as mudanças climáticas.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia