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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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petróleo

Alterada em 29/12 às 08h45min

China nega venda de petróleo à Coreia do Norte em descumprimento a sanções

A China negou nesta sexta-feira (29) ter violado os limites impostos pela Organização das Nações Unidas para o fornecimento de petróleo à Coreia do Norte. A declaração é dada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticar Pequim por supostamente permitir que petróleo chegasse ao país.
O governo de Pequim tem cumprido "total e estritamente" as sanções da ONU, voltadas para pressionar o líder norte-coreano, Kim Jong Un, a ceder em seu programa de mísseis e nuclear, disse uma porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hua Chunying.
Nesta semana, um jornal sul-coreano afirmou, a partir de fontes oficiais que pediram anonimato, que barcos que seriam da China transferiram petróleo para embarcações norte-coreanas no mar. Trump então escreveu no Twitter: "Estou muito desapontado que a China permita que o petróleo vá para a Coreia do Norte."
A China é o principal parceiro comercial norte-coreano e o principal fornecedor de energia para o país. As sanções da ONU limitam a oferta de petróleo e proíbem a transferência de qualquer produto para embarcações norte-coreanas em alto-mar.
O governo de Pequim é um aliado da Coreia do Norte, mas tem se mostrado cada vez mais frustrado com os testes nucleares e de mísseis. A China apoiou as mais recentes sanções, mas adverte que outras medidas podem prejudicar a população norte-coreana ou desestabilizar o governo.
A porta-voz da chancelaria disse que autoridades investigaram a notícia segundo a qual um navio chinês transferiu petróleo para um norte-coreano no mar em 19 de outubro. O governo chinês teria concluído que a notícia era falsa.
O Departamento do Tesouro americano divulgou fotos de satélite em novembro que mostravam um navio norte-coreano recebendo petróleo de uma embarcação não identificada, em 19 de outubro. Posteriormente, o jornal sul-coreano Chosun Ilbo publicou nesta semana que a embarcação não identificada seria chinesa.
A Coreia do Sul anunciou nesta sexta-feira que mantinha sob seu controle a embarcação com bandeira de Hong Kong e seus tripulantes, que teriam violado as sanções da ONU no episódio de 19 de outubro. O navio é o Lighthouse Winmore, que teria transferido cerca de 600 toneladas de produtos refinados de petróleo para uma embarcação norte-coreana, o Sam Jong 2, em águas internacionais, após partir do porto sul-coreano de Yeosu, segundo uma fonte do Ministério das Relações Exteriores sul-coreano. 
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