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Porto Alegre, quarta-feira, 20 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 20/12 às 20h08min

Dólar recua ante rivais, monitorando possível impacto de reforma tributária

O dólar operou em baixa em relação a outras divisas fortes nesta quarta-feira (20), com os investidores acreditando que a moeda americana não será tão beneficiada com os cortes nos impostos nos Estados Unidos quanto outros ativos.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar subia para 113,41 ienes e o euro avançava para US$ 1,1881. No fim da tarde, o índice do dólar (DXY), que mede a moeda contra uma cesta de seis outras divisas, caía para 93,36 pontos.
Mesmo com a aprovação do projeto final de reforma tributária na Câmara dos Representantes e no Senado, o dólar apresentou um movimento baixista em relação a outras divisas. De acordo com analistas do Goldman Sachs, "o pacote de impostos foi um fator chave por trás da consolidação do dólar desde agosto, mas, agora que o projeto já está, em grande parte, precificado, o suporte adicional ao dólar deve ser limitado".
Um potencial impulso para a moeda americana poderia vir da repatriação. De acordo com o plano, as empresas dos EUA pagarão um imposto único de até 15,5% sobre os lucros que elas têm no exterior, o que poderia impulsionar a demanda por dólar. No entanto, muitas companhias não enfrentarão os impostos sobre a renda estrangeira, uma mudança que coloca os EUA em linha com outros grandes países desenvolvidos. Para o estrategista de câmbio da BMO Capital Markets, Greg Anderson, parte da fraqueza do dólar vem com a perspectiva de que "não há nada no projeto que estimule a repatriação". Além disso, ele lembra que os fluxos do fim de ano foram positivos para o euro.
No entanto, a moeda americana ganhou a briga contra o iene, às vésperas da última reunião de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), que ocorre nesta quinta-feira. Para os estrategistas de câmbio do Commerzbank, o BoJ deixará a política inalterada, mesmo com especulações no mercado de que o banco central pudesse elevar a meta para o rendimento dos títulos de 10 anos. Nesse sentido, o iene perdeu força e deu apoio à alta do dólar.
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