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Porto Alegre, segunda-feira, 18 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Combustíveis

Notícia da edição impressa de 19/12/2017. Alterada em 18/12 às 20h53min

Estatal vende 25% de campo de petróleo à norueguesa por US$ 2,9 bilhões

São previstos investimentos no campo de Roncador, que já foi o maior do País e hoje está em declínio

São previstos investimentos no campo de Roncador, que já foi o maior do País e hoje está em declínio


/PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
A Petrobras anunciou ontem a venda de 25% do campo de Roncador, na Bacia de Campos, à norueguesa Statoil, por US$ 2,9 bilhões. O negócio inclui ainda a possibilidade de uso, pela parceira, da unidade de processamento de gás de Cabiúnas, a maior do País.
Segundo a estatal, a venda faz parte de um acordo de parceria estratégica, que prevê ainda investimentos para recuperar o campo de Roncador, que já foi o maior do País e hoje está em declínio.
A operação não passou pelo modelo de venda aprovado pelo TCU (Tribunal de Contas da União), que prevê maior transparência em todas as fases de negociação. A estatal alega que parcerias estratégicas são diferentes de venda de ativos e, por isso, pode negociar diretamente.
É a segunda grande operação da Petrobras com a norueguesa desde o início do plano de venda de ativos da Petrobras: em 2016, a Statoil comprou a fatia da estatal brasileira no campo de Carcará, no pré-sal, por US$ 2,5 bilhões.
O acordo anunciado nesta segunda-feira prevê o pagamento de US$ 2,35 bilhões no fechamento da operação e outros US$ 550 milhões de acordo com os investimentos realizados para aumentar a recuperação e petróleo dos reservatórios.
Descoberto em 1999, ainda com reservas no pós-sal, Roncador foi o maior campo de petróleo do Brasil até 2015, quando foi ultrapassado por Lula, no pré-sal. Na época, sua produção era de 360 mil barris por dia. Atualmente, segundo a Petrobras, se situa na casa dos 240 mil barris por dia.
A Petrobras estima que o campo ainda tem reservas recuperáveis de 1 bilhão de barris, mas que o volume pode ser ampliado em até 5% a realização de investimentos adicionais.
 
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