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Porto Alegre, sexta-feira, 15 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Previdência

14/12/2017 - 11h31min. Alterada em 14/12 às 11h31min

Metalúrgicos do Rio Grande do Sul aderem ao movimento nacional de greve de fome

Ato é em apoio à mobilização iniciada na quarta-feira na Assembleia Legislativa do Estado

Ato é em apoio à mobilização iniciada na quarta-feira na Assembleia Legislativa do Estado


CUT-RS/DIVULGAÇÃO/JC
Mobilizações contrárias a reforma da Previdência o governo Michel Temer (PMDB) estão ganhando apoio de diversas categorias pelo País. No Rio Grande do Sul, o vice-presidente Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos do Estado (FTMRS/CUT), Enio Santos, e o Secretário de Imprensa e divulgação, Milton Viário, além do dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pelotas, José Francisco Primeiro, iniciam na manhã desta quinta-feira (14) um jejum contra a medida.
O ato é em apoio à mobilização iniciada ontem (13) na Assembleia Legislativa do RS, onde dez trabalhadores urbanos e camponeses, com a participação também de parlamentares contrários à proposta do presidente da República, decidiram aderir ao movimento nacional de greve de fome. O jejum deve seguir até a data prevista para a votação do projeto da reforma, que pode entrar na pauta da Câmara dos Deputados ainda neste ano, em 18 de dezembro. Contudo, há rumores de que a votação da medida seja realizada apenas em fevereiro de 2018.
A ação integra o movimento iniciado no início do mês, em Brasília, em que agricultores e trabalhadores urbanos iniciaram a greve de fome na sede da Câmara do Deputados. Além do RS, outros estados estão aderindo ao movimento.
Segundo representantes do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), o que vem sendo noticiado de que o relator da Reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), pretende retirar os trabalhadores rurais da proposta encaminhada para votação não se confirma. "Essa é uma luta de todos os trabalhadores. Estamos unidos campo e cidade para barrar mais esse proposta do atual governo, que penaliza apenas a classe trabalhadora, ampliando cada vez mais a gigantesca desigualdade social que enfrentamos no País", ressalta Enio Santos, presidente Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos do Rio Grande do Sul.
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