Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 12 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Agronegócios

Notícia da edição impressa de 13/12/2017. Alterada em 12/12 às 22h17min

Exportações do agronegócio gaúcho caem em novembro

Apesar do bom desempenho das carnes e cereais, registrando aumento de 1,2% e 21,3% respectivamente, o valor das exportações do agronegócio gaúcho fechou o mês de novembro com queda de 13,2% na comparação com outubro de 2017. O resultado é equivalente a US$ 139 milhões. O volume comercializado também foi menor, uma redução de 25,5%. Soja (-18,3%), fumo (19,6%) e produtos florestais (43%) foram os principais responsáveis pelo saldo negativo, como aponta o relatório divulgado pela Farsul ontem.
Mesmo com a queda, o setor se mantém como o principal exportador do Estado, respondendo por 63% do US$ 1,426 bilhão comercializados. No total, o agronegócio embarcou 1,188 milhão de toneladas, tendo um saldo da balança comercial de US$ 855 milhões. Na comparação com outubro de 2016 o resultado é inverso, com um aumento de 22,9%, diferença de US$ 169 milhões. Soja, com crescimentos de 125% no valor e 150% no volume comercializados teve importante influência no desempenho do setor. Assim como cereais (100,9%), sob influência do arroz, fumo (8,4%) e carnes (5,2%), apesar da baixa na carne suína. Apenas produtos florestais apresentaram queda (-62,8%).
No acumulado de 2017, o agronegócio gaúcho registrou US$ 10,522 bilhões comercializados, alta de 2,03% ante o mesmo período de 2016 (diferença de US$ 209 milhões). Somente a soja chegou a US$ 5,065 bilhões, alta de 8,8%. Cereais (2,7%), frutas (75%), carnes (4,6%) também tiveram aumentos, enquanto fumo (-4,2%) e produtos florestais (-23,9%) registraram resultado inverso.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia