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Porto Alegre, terça-feira, 12 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Notícia da edição impressa de 13/12/2017. Alterada em 12/12 às 22h57min

Queda nas compras industriais provoca diminuição do IDI-RS

Segmento de tabaco apresentou o maior crescimento na atividade

Segmento de tabaco apresentou o maior crescimento na atividade


/SOUZA CRUZ/DIVULGAÇÃO/JC
O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade do setor no Estado, caiu 0,3% em outubro em relação a setembro, feito o ajuste sazonal. O resultado, divulgado ontem pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), deve-se à influência provocada pela redução de 2,1% nas compras industriais, embora todos os demais componentes do IDI-RS tenham se mantido positivos: faturamento real (2,7%) voltou a crescer, o mesmo ocorrendo com as horas trabalhadas (1%), enquanto a Utilização da Capacidade Instalada (UCI - 0,1 p.p.) ficou estável em 79,4%.
"A recuperação da indústria gaúcha prossegue de forma lenta e gradual, o que é condizente com oscilações mensais. Essa evolução será determinada pelo ciclo de crescimento da economia brasileira, que ainda está se iniciando", afirma o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry. A pesquisa revela também melhora no mercado de trabalho: altas de 0,3% no emprego e de 0,4% na massa salarial real.
Nas comparações anuais, porém, a atividade industrial gaúcha segue a revelar recuperação. Sobre o mesmo mês de 2016, o IDI-RS cresceu pela quarta vez consecutiva, 4,6%, a maior taxa do ano. Faturamento real (3,8%) foi o indicador do IDI-RS que mais pesou no desempenho da atividade industrial ao longo de 2017. Também contaram com contribuições positivas no ano a massa salarial real (1,9%) e a UCI (0,8 p.p.). Por outro lado, as retrações persistem, mas se mostram cada vez menos intensas, nas horas trabalhadas na produção (-1,7%), no nível de emprego (-1,2%) e nas compras industriais (-1,2%).
Dos 17 setores analisados, nove apresentam expansão da atividade em comparação aos primeiros 10 meses de 2016. Os que mais subiram são tabaco (18,5%), produtos de metal (5,7%), e máquinas e equipamentos (2,2%). Nas contribuições negativas, as três principais influências foram alimentos (-2,4%), couros e calçados (-1,5%), e móveis (-1,3%).

Indicadores industriais do Estado (variação out/set)

IDI-RS -0,3%
Faturamento 2,7%
Horas trabalhadas na produção 1%
Pessoal ocupado 0,3%
Massa salarial real 0,4%
UCI (grau médio) 79,7%
UCI 0,1 p.p.
Compras industriais -2,1%
Fonte: Fiergs
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