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Porto Alegre, terça-feira, 12 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 12/12 às 09h28min

Projeção do IPCA 2017 no cenário de mercado está em 2,9%, diz ata do Copom

A ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada na manhã desta terça-feira (12) indicou que a projeção para o IPCA de 2017 no cenário de mercado está em 2,9%. Já a projeção para 2018 é de 4,2%, enquanto a estimativa para 2019 também é de 4,2%.
Estes são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada, quando a instituição cortou a Selic (a taxa básica de juros) em 0,50 ponto porcentual, de 7,50% para 7,00% ao ano. Foi a décima redução consecutiva da taxa, para o menor patamar da história. Na ata do encontro anterior do Copom, publicada no fim de outubro, as projeções estavam em 3,3% em 2017, 4,3% em 2018 e 4,2% em 2019.
As projeções do cenário de mercado levam em conta taxas de juros e câmbio variáveis, apuradas pela pesquisa Focus do BC. Nos últimos meses, a instituição tem dado maior ênfase justamente às projeções do cenário de mercado. Na visão do BC, o cenário de referência, que utiliza juros e câmbio fixos, teria perdido relevância. Na ata agora divulgada, assim como nas anteriores, o BC não informou as projeções do cenário de referência.
No caso do cenário de mercado, as projeções indicam que o BC caminha para o descumprimento da meta de inflação em 2017. Isso porque o centro da meta para este ano é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (inflação entre 3,0% e 6,0%).
Já as projeções para 2018 e 2019 sugerem que o BC cumprirá a meta. O objetivo central para o próximo ano também é de 4,5%, com margem de 1,5 ponto (inflação entre 3,0% e 6,0%). No caso de 2019, o centro da meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (inflação entre 2,75% e 5,75%).
No Relatório de Mercado Focus publicado nesta segunda-feira (11), as instituições financeiras projetaram inflação de 2,88% em 2017, 4,02% em 2018 e 4,25% em 2019.
Na semana passada, ao reduzir a Selic em 0,50 ponto porcentual, para 7,00% ao ano, o BC indicou a intenção de, no encontro de fevereiro, caso o cenário evolua como esperado e em razão do atual estágio do ciclo, aplicar um corte ainda menor na taxa básica. No entanto, um possível corte de 0,25 ponto porcentual, para 6,75% ao ano, dependerá do andamento das reformas no Congresso, em especial a Previdência.

BC eleva projeção de reajuste de administrados em 2017 de 7,9% para 8,00%

O Banco Central (BC) revisou suas projeções para a alta dos preços administrados em 2017, 2018 e 2019, conforme a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom). Para este ano, o índice calculado passou para 8,0%, ante os 7,9% expressos na ata do encontro anterior, em outubro.
No caso de 2018, a expectativa do Copom para os preços administrados é de alta de 4,9%, ante variação de 5,1% verificada no Relatório Trimestral de Inflação (RTI). Já a projeção para os preços administrados de 2019 é de alta de 4,2%, ante 4,3% do documento anterior.
Nesta segunda-feira (11) o Relatório de Mercado Focus indicou que a estimativa para 2017 no mercado financeiro é de elevação de 7,85% dos administrados. Para 2018, a expectativa está em 4,90% e, no caso de 2019, em 4,30%.
As projeções para os preços administrados ajudaram a formar a base para que o colegiado cortasse na semana passada a Selic (a taxa básica de juros), de 7,50% para 7,00% ao ano. Foi a décima redução consecutiva da taxa.
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