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Porto Alegre, domingo, 10 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura internacional

10/12/2017 - 20h11min. Alterada em 10/12 às 20h12min

'Brasil deixou recessão para trás', diz Temer na Argentina

Brazilian President Michel Temer attends the opening ceremony of the 11th Ministerial Conference of the World Trade Organization in Buenos Aire on December 10, 2017.
The World Trade Organization opened a conference Sunday under the cloud of US hostility to  multilateral trade accords. The 164-member WTO is also wracked by disagreements over China and has been struggling to kickstart stalled trade talks. The Buenos Aires meeting, which lasts through Wednesday, is the first in the era of US President Donald Trump, who has pummeled the body relentlessly since taking office, even describing it as a

Brazilian President Michel Temer attends the opening ceremony of the 11th Ministerial Conference of the World Trade Organization in Buenos Aire on December 10, 2017. The World Trade Organization opened a conference Sunday under the cloud of US hostility to multilateral trade accords. The 164-member WTO is also wracked by disagreements over China and has been struggling to kickstart stalled trade talks. The Buenos Aires meeting, which lasts through Wednesday, is the first in the era of US President Donald Trump, who has pummeled the body relentlessly since taking office, even describing it as a "disaster." / AFP PHOTO / EITAN ABRAMOVICH Caption


EITAN ABRAMOVICH/AFP/JC
Agência Brasil
O presidente Michel Temer declarou neste domingo (10) que a economia do Brasil deixou a recessão para trás com a recuperação dos empregos e do crescimento industrial. Temer discursou hoje na cerimônia de abertura da 11ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Buenos Aires, Argentina.
"O Brasil de hoje deixou para trás a recessão, nossa economia se recupera, cria postos de trabalho e a produção industrial tem crescido. As taxas de juros recuaram a seu menor patamar histórico, a inflação é a mais baixa de muitos anos seguidos", disse Temer diante dos líderes integrantes da OMC.
Em sua mensagem, o presidente disse ainda que o país está levando adiante uma "ambiciosa agenda de reformas para modernização do Brasil, o que envolve necessariamente maior e melhor inserção na economia global".
O presidente destacou no discurso que o Mercosul tem resgatado sua vocação original para o livre comércio e reforçou o compromisso de manter o diálogo entre os países e fortalecer o comércio multilateral. Temer ressaltou o multilateralismo como um sistema fundamental para ampliar o comércio, os investimentos, gerar empregos e prosperidade, além de ser capaz de "conter tendências protecionistas" e trazer segurança jurídica em momentos de disputas comerciais.
"O isolamento não é solução, é ilusório pensar que o protecionismo seja o caminho sustentável para o desenvolvimento ou para o bem estar dos povos. Quando nos fechamos a nós mesmos, nos fechamos para novas tecnologias, a novas ideias e novas possibilidades. O que de fato traz desenvolvimento, o que de fato traz bem-estar é mais e mais integração"
Temer defendeu a OMC e sua atuação na discussão de temas considerados novos como a economia digital, facilitação de investimentos, pequenas e médias empresas e também na resolução de temas antigos como comércio agrícola, que classificou como "um passivo urgente a resgatar".
A reunião ministerial da OMC ocorre a cada dois anos para definir mandatos, avaliar o funcionamento da organização, tomar decisões e eventualmente lançar rodadas de negociação entre os países. As últimas edições foram sediadas em Bali e Nairobi.
Durante o evento, que ocorre até a próxima quarta-feira (13), os representantes de cada países discutirão propostas sobre subsídios agrícolas e pesca, além de medidas para as áreas de comércio eletrônico, facilitação de investimentos, pequenas e médias empresas e reforço de acordos em medidas fitossanitárias.
O presidente Temer e os líderes do Uruguai, Paraguai, Peru, Suriname, Colômbia e México assinaram a Declaração de Buenos Aires, em que reforçam o compromisso de fortalecer o comércio multilateral.
Há ainda a expectativa para que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia seja concluído na conferência. No entanto, os pontos mais sensíveis das negociações entre os blocos, a carne e o etanol, devem ficar de fora do acordo.
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