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Porto Alegre, quinta-feira, 07 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 07/12 às 10h11min

Incerteza com reforma da Previdência impulsiona taxas futuras

A persistente incerteza sobre a votação da reforma da Previdência neste ano na Câmara se sobrepõe à sinalização do Comitê de Política Monetária (Copom) de que poderá fazer mais um corte de 0,25 ponto da Selic e os juros futuros avançam na manhã desta quinta-feira (7). Na quarta-feira, a taxa Selic caiu para 7% ao ano - menor nível histórico -, como era amplamente esperado no mercado.
Após o jantar de quarta do presidente Michel Temer com aliados, o cenário é de votos insuficientes para aprovação do texto da reforma. O leilão do tesouro de LTN e NTN-F (11h30min) e o dólar mais forte ante o real e no exterior também sustentam o ajuste de alta.
Além disso, o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou alta de 0,80% em novembro, ante um aumento de 0,10% em outubro, superando o teto das estimativas (0,53% a 0,79%, com mediana positiva de 0,63%).
Às 9h44min, o DI para janeiro de 2019 estava em 7,07%, de 7,04% no ajuste de quarta. O DI para janeiro de 2020 marcava 8,39%, de 8,27% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 exibia 9,30%, de 9,18%, enquanto o vencimento para janeiro de 2023 estava em 10,19%, de 10,04% no ajuste de quarta.
Já o dólar à vista subia 1,24%, aos R$ 3,2740. O dólar futuro de janeiro estava em alta de 1,24%, aos R$ 3,2840.
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