Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 04 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

gestão

Notícia da edição impressa de 05/12/2017. Alterada em 04/12 às 21h16min

Confiança dos pequenos empresários segue alta

Otimismo é maior em relação ao próprio negócio, explica Pellizzaro

Otimismo é maior em relação ao próprio negócio, explica Pellizzaro


/ELZA FIÚZA/ABR/JC
O Indicador de Confiança do Micro e Pequeno Empresário, calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), chegou aos 51,1 pontos em novembro, após atingir os 52,7 pontos no mês anterior. A escala varia de zero a 100, e resultados acima de 50 mostram otimismo entre os entrevistados.
Conforme o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, ao pensar sobre seu próprio negócio, os empresários mostraram-se muito mais otimistas do que ao avaliar o desempenho da economia, ainda visto como negativo nos últimos seis meses. "De todo modo, o número de empresários que têm essa percepção vem caindo ao longo dos meses. Isso reflete o processo de retomada que a economia brasileira começa a esboçar, com a queda da inflação, redução dos juros e com o tímido resultado da atividade esperado para 2017", disse.
O Indicador de Expectativas, que busca medir o que os empresários aguardam para os próximos seis meses, marcou 60,6 pontos; e o Indicador de Condições Gerais, que mede a avaliação que os empresários fazem dos últimos seis meses, marcou 39,4 pontos. De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, ao longo de todos os meses a avaliação do passado ficou bem abaixo das expectativas para o futuro.
"No último mês, mais de 20 pontos separaram a avaliação do passado das perspectivas futuras. Ao longo dos últimos meses, a economia exibiu alguma melhora: os juros e a inflação cederam, e a atividade começou a se recuperar. Mas nada disso repercutiu de modo significativo no dia a dia do micro e pequeno empresário", explicou.
A avaliação dos empresários sobre a economia nos últimos seis meses registrou 35,5 pontos, enquanto a análise do desempenho de seu próprio negócio chegou aos 43,3 pontos. No caso das expectativas para os próximos meses, a dimensão da economia mostrou 55,1 pontos e a dos negócios, 66 pontos.
O levantamento mostrou também que 54% dos micro e pequenos empresários consideraram que a economia piorou nos últimos seis meses, mas 42% mostraram confiança de que os próximos seis meses serão melhores. Quando questionados sobre o desempenho dos negócios, 39% notaram piora recente em suas empresas, mas 60% demonstraram confiança com relação ao futuro. Segundo o indicador, 44% dos micro e pequenos empresários que estão otimistas com a economia não sabem explicar a razão desse sentimento positivo. Outros 24% mencionam a melhora de indicadores econômicos, e 15% acreditam na resolução da crise política.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia