Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 01 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 01/12 às 10h47min

Dólar oscila, após abrir em alta, com exterior, swap e reformas no radar

O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (1) refletindo cautela dos investidores sobre as reformas da Previdência aqui e tributária nos Estados Unidos, mas ao atingir a máxima à vista, aos R$ 3,2816 (+0,35%), apareceram vendedores, apoiando a inversão do sinal para o lado negativo. O Dollar Index tem viés de baixa em meio a expectativas sobre a votação da reforma tributária nos estados Unidos, mas a moeda norte-americana subia também ante várias divisas emergentes.
O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do País no piso das projeções do mercado está em segundo plano. Às 9h40min, o dólar à vista voltou a subir, aos R$ 3,2751 (0,15%) em linha com a valorização externa ante outras divisas emergentes, disse o diretor da Correparti Jefferson Rugik. Na mínima, caiu aos R$ 3,2691 (-0,03%).
O principal catalisador para a queda é o início nesta sexta da rolagem do vencimento de swap cambial de janeiro, de US$ 9,638 bilhões, que deve prosseguir até o dia 20. Mas pesa também o viés de baixa do dólar ante divisas principais (Dollar Index).
O gerente de mesa de derivativos de uma gestora de recursos, no entanto, diz que a possibilidade de a votação da reforma da Previdência não ocorrer neste ano nem em 2018 está no radar do mercado e das agências de risco, porque deverá comprometer o ajuste fiscal.
"As agências devem olhar o impacto disso nas contas públicas, além das incertezas sobre a eleição em 2018 e as denúncias de corrupção no governo Temer. Por isso, a possibilidade de rebaixamento de rating está num quadro possível tendo vista as condições fiscais e políticas frágeis. As agências estão em alerta, sobretudo se não houver a reforma mínima neste ano", avalia o gerente.
O PIB brasileiro teve crescimento de 0,1% no terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre deste ano, perto do piso das estimativas que iam de estabilidade a um alta de 0,86%, com mediana positiva de 0,20%.
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia