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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 14/12/2017. Alterada em 13/12 às 22h23min

Reforma tributária

Com as dificuldades e os riscos de frustração da votação da reforma da Previdência, o presidente Michel Temer (PMDB) quer acelerar a aprovação da reforma tributária em 2018. Já pediu à equipe econômica que o texto com a simplificação das regras tributárias fique pronto já no início do próximo ano. A reforma tributária, avaliam os parlamentares, tem menos resistências para aprovação no Congresso Nacional.
Complexidade tributária
"A reforma tributária é uma das reformas importantes a serem feitas, porque hoje existe uma complexidade tributaria muito grande, com mais de 50 impostos", afirma o deputado federal gaúcho Renato Molling (PP). Segundo o parlamentar, "isso gera uma insegurança para o setor empresarial. A simplificação da carga tributária diminuiria muito o custo para todas as empresas e traria mais segurança jurídica".
Reforma vai simplificar
Na opinião do deputado Molling, "muitas vezes, as empresas estrangeiras não investem no Brasil pela complexidade de tributação que nós temos aqui. Com certeza, a reforma tributária não vai diminuir a carga de tributação, mas vai simplificar", avaliou o parlamentar. "A diminuição a gente sabe que é difícil, mas até pode diminuir, desde que consiga cobrar de todo mundo. Hoje existe ainda muita sonegação, muito contrabando." Para Renato Molling, "se melhorar as condições de informatização e simplificar, cobrando de todos, podemos até diminuir a carga tributária". Na avaliação do deputado, há chances de a reforma tributária passar rapidamente no Congresso Nacional, pois existe um clima favorável à diminuição da burocracia e os empecilhos que estão aí para gerar menos empregos e muita insegurança. Para o deputado gaúcho, tanto existe um clima positivo que a reforma trabalhista foi aprovada. E concluiu: "a reforma tributária vai ser benéfica para todos".
Segurança e oportunidades
"A modernização da legislação trabalhista veio para quebrar paradigmas nas relações de trabalho e permitir a volta do emprego ao Brasil", afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB). "O empresário precisa de segurança jurídica para contratar, e o trabalhador precisa de oportunidades, com garantia de direitos. É isso o que a nova legislação traz", afirmou Nogueira, que tem proferido palestras apresentando a reforma trabalhista em todo o País.
General afastado
O general gaúcho Antônio Hamilton Mourão, secretário de Economia e Finanças do Exército, foi afastado e fica sem função na corporação depois de repetir, em palestra, a necessidade da volta da ditadura e criticar o presidente Michel Temer. Para seu lugar, o também gaúcho, comandante do Exército, Eduardo Villas Boas indicou o general carioca Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira. O deputado federal gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM) disse que o comandante Villas Boas já demonstrou seu equilíbrio, sempre preocupado em proteger o Brasil. Segundo o parlamentar, ele tem se pautado exatamente pelo "equilíbrio e respeito". Lembra que "nós vivemos numa democracia e todos têm o direito de se manifestar".
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