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Porto Alegre, quinta-feira, 07 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 08/12/2017. Alterada em 07/12 às 21h10min

Candidaturas ao Planalto

As votações e reuniões na Câmara estão indo até a madrugada. Após a sessão, parlamentares têm se reunido nas residências de deputados para jantar e trocar sugestões sobre diversos assuntos em pauta no Congresso e, em especial, os possíveis candidatos à presidência da República. O gaúcho Mauro Pereira (PMDB) e Carlos Marum (PMDB-MS) têm participado de algumas reuniões. Nas articulações políticas, os parlamentares têm discutido nomes para subir a rampa do Planalto. Segundo Mauro Pereira, está claro que o governo terá candidato próprio a presidente nas eleições de 2018.
Maia em alta
Nas conversas entre os parlamentares, outro ponto em comum, afirma o peemedebista, é que alguns deputados, com poder de fogo, pensam em apostar em Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da República. Pereira revelou que, entre as avaliações feitas pela maioria, o deputado democrata foi classificado como: "uma liderança jovem, dinâmica, com personalidade forte e bom caráter", e que seria um potencial candidato ao Planalto. Segundo o peemedebista, os parlamentares comentam também em apoiar o tucano Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Mas, ressalva Pereira, "existem muitos deputados decepcionados com a postura do PSDB, em especial com as necessidades do País, e que os tucanos eram defensores, e hoje não estão fazendo o que o Brasil precisa. O mais importante é que o governo terá uma candidatura própria", comemora Pereira.
Contabilizando votos
O governo utiliza todas as ferramentas para aprovar a reforma da Previdência. Além de tentar contabilizar, ainda nesta quinta-feira, os votos dos aliados com a influência de presidentes de partidos, parlamentares, ministros e homens fortes do governo Michel Temer (PMDB), o Palácio do Planalto buscou argumentos em duas pesquisas mostrado que as mudanças visam acabar com privilégios e que o momento é agora. O vice-líder do governo, Darcísio Perondi (PMDB), aguardava os números solicitados aos aliados para alcançar os votos. A data para votação na próxima terça-feira estava mantida condiciona ao número ser alcançado. Caso isso não acontecesse, segundo adiantou o vice-líder, a votação ficaria para a outra semana. Há deputados da base, argumenta, que não entenderam o risco fiscal de não fazer a reforma da Previdência logo e continuam receosos com as eleições. "Na verdade, é o contrário", assinala Perondi.
Virou um pesadelo
Para o senador gaúcho Paulo Paim (PT), "o governo tem que parar com essa provocação. A reforma da Previdência virou um pesadelo na cabeça das pessoas". Segundo o senador, "mesmo nesta segunda reforma da Previdência, que eles dizem que não tem nenhum prejuízo, a mulher se aposenta com 40 anos de contribuição".
 
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