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Porto Alegre, segunda-feira, 04 de dezembro de 2017.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 05/12/2017. Alterada em 04/12 às 21h21min

Verba para Carnaval

Os vereadores gostam de fazer gastos com o dinheiro que não é deles (Vereadores aprovam R$ 1 milhão para o Carnaval de Porto Alegre, Jornal do Comércio, 30/11/2017). Faltam leitos hospitalares, faltam vagas nas creches do município, há ruas esburacadas, praças mal cuidadas, apenas para ficar nestes exemplos. E os vereadores liberam R$ 1 milhão para o Carnaval, que é uma festa privada. Por que os vereadores que votaram pela liberação desta verba não financiam do próprio bolso? Eu cada vez mais fico desiludido com a política. Isso é piada de mau gosto. (Humberto Dufour, Porto Alegre)
China e EUA
Com os Estados Unidos acocorados e olhando só para seu próprio umbigo, a China assume a liderança mundial, como a potência mais influente em assuntos globais! Donald Trump, ao dinamitar todas as pontes que ligavam os Estados Unidos às demais nações do planeta, entregou a chave da liderança política do mundo ao líder chinês, Xi Jinping. A derrocada norte-americana começou com a saída burra do Tratado Transpacífico, patrocinado por Barack Obama, exatamente para conter a predominância chinesa no Pacífico. Saiu do Tratado do Clima de Paris. Retirou-se da Unesco. Vai acabar com o Nafta, Tratado de Livre Comércio com Canadá e México. E quer construir um muro com o México! Trata-se do maior suicídio geopolítico desde a Antiguidade, quando exatamente a China se fechou para o mundo e se estagnou na história. Uma nação que tem como paradigmas o lucro e a guerra permanente caminha para sua autodestruição. (Paulo Sérgio Arisi, jornalista)
Reforma política
A reforma política almejada pela população só via Assembleia Constituinte exclusiva não sairá, lamentavelmente. A discussão na Câmara Federal, constituindo-se em verdadeiro desprezo aos eleitores, pretende implantar o chamado distritão e um fundo eleitoral bilionário! O distritão, em que são todos contra todos, encarece a eleição e liquida com os partidos, mas surge como medida preservadora dos mandatos em curso. Esse é o objetivo primacial. Quem já está entra no pleito, inegável, com enorme vantagem sobre qualquer outro pretendente. E ainda com dinheiro farto, do fundo e das emendas parlamentares. Se querem reforma razoável, precisa ser mais ampla, simplesmente estabeleçam o voto distrital. A sociedade não pode ficar inerte, a pretexto algum, mas mobilizada em rejeição à pretensão. (Jorge Lisbôa Goelzer, advogado, Erechim/RS)
Exemplo
Considerando que os parlamentares manifestam disposição em ajudar o governo na busca do equilíbrio fiscal, não seria o caso de darem o exemplo reduzindo os próprios vultosos salários e acabando com as vergonhosas mordomias? (Roberto Fissmer, Porto Alegre)
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