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Porto Alegre, quinta-feira, 30 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

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palácio do planalto

Notícia da edição impressa de 30/11/2017. Alterada em 29/11 às 22h44min

Tucanos negam que tenham exigido concessões para votar Previdência

Em reação às críticas do governo Michel Temer e de economistas do próprio partido, o líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Ricardo Tripoli (SP), afirmou que é falsa a informação de que o partido exige concessões do governo para votar a proposta de reforma da Previdência. Em nota oficial, Tripoli avaliou que não há fato novo nas sugestões apresentadas para melhorar o texto.
Segundo ele, os pontos destacados pela imprensa de sugestões de alterações na proposta foram entregues pela bancada ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), e ao relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), deputado Arthur Maia (PPS-BA), ainda no mês de abril, antes que o episódio JBS paralisasse a agenda legislativa e prejudicasse o andamento da reforma.
O líder do PSDB fez questão de ressaltar que é notório que as dificuldades do governo para consolidar apoio à proposta foram agravadas pelas denúncias da Procuradoria-Geral da República, com a progressiva falta de coesão na base. "Não é papel da bancada do PSDB mobilizar os aliados do governo", alfinetou o líder tucano, destacando ainda que os 46 votos do PSDB seriam insuficientes para suprir o déficit de apoio no plenário.
Tripoli ressaltou que o PSDB não se guia pela impopularidade dos temas ou pela proximidade do calendário eleitoral. "A votação de medidas importantes, como a PEC do Teto de Gastos, a Lei das Estatais, a Terceirização, a Reforma Trabalhista, o Marco Regulatório do Petróleo, entre tantas outras, aprovadas com sólido apoio do PSDB, confirma nosso compromisso com a agenda de reformas e nossa opção pela responsabilidade", afirmou o líder na nota.
 
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