Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 20 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Eleições 2018

Notícia da edição impressa de 20/11/2017. Alterada em 20/11 às 08h31min

Novo lança banqueiro João Amoêdo na corrida ao Palácio do Planalto

João Amoêdo diz que não é  'salvador da pátria'

João Amoêdo diz que não é 'salvador da pátria'


FACEBOOK/REPRODUÇÃO/JC
O banqueiro João Amoêdo quer disputar a presidência em 2018 como a novidade fora da política da tradicional, rejeitando o discurso de "salvador da pátria". Foi esse o tom do anúncio de sua pré-candidatura neste sábado, no encontro nacional do Partido Novo, em São Paulo. "Não gosto de falar das pessoas, temos que discutir ideias. Chega da noção do salvador da pátria. Temos que procurar a melhor proposta", disse a cerca de mil filiados, em um auditório do hotel Maksoud Plaza, na região da avenida Paulista.
Além da pré-candidatura de Amoêdo, que é fundador do Novo e colunista da Folha de S.Paulo, a legenda planeja lançar quatro nomes para governador: Mateus Bandeira, no Rio Grande do Sul; Romeu Zema, em Minas Gerais; Alexandre Guerra, no Distrito Federal; e quer convencer o técnico de vôlei (e empresário) Bernardinho a disputar o governo do Rio de Janeiro.
Os quatro participaram do congresso. Bernardinho não assumiu se irá ou não entrar na disputa. Disse apenas que, "mais do que nunca, o Brasil precisa" de renovação política, que "todos temos que nos candidatar e liderar as nossas pequenas ou grandes paróquias", que o descrédito de partidos tradicionais é oportuno para o Novo.

Gustavo Franco defende venda de estatais para pagar dívidas

O economista Gustavo Franco (Novo), ex-presidente do Banco Central e agora presidente da Fundação Novo, defendeu, neste sábado, o uso de recursos obtidos com a venda de estatais federais para abater a dívida pública.
"Olhando a lista de empresas estatais, não me convenço que ali necessariamente tenha de ter todas aquelas empresas. Também não é o caso de vender todas no dia seguinte. Muitas têm de fechar, pois o contribuinte brasileiro não tem que sustentar essas iniciativas", afirmou ele, que deixou o PSDB neste ano e deve se dedicar à elaboração do programa de governo de João Amoêdo, fundador do Novo, lançado ao Palácio do Planalto neste sábado.
Gustavo Franco ressaltou que há ativos de imenso valor, como a Petrobras e o Banco do Brasil, e que é preciso pensar muito bem em como fazê-los funcionar melhor tendo a iniciativa privada com papel crescente e até controlador. "A nação deve muito dinheiro, e os credores somos nós. A dívida é muito cara, mais cara que o patrimônio rende, então temos de fazer alguma coisa."
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia