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Porto Alegre, segunda-feira, 20 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

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eleições

Notícia da edição impressa de 20/11/2017. Alterada em 20/11 às 08h44min

Indicada pelo PCdoB, Manuela pede referendo sobre reforma trabalhista

Lula discursou ao lado da deputada gaúcha no congresso dos comunistas

Lula discursou ao lado da deputada gaúcha no congresso dos comunistas


Ricardo Stuckert/ Instituto Lula/JC
Lançada pré-candidata do PCdoB à presidência da República em 2018, a deputada estadual gaúcha Manuela d'Ávila, disse que, caso seja eleita, vai propor um referendo para revogação da reforma trabalhista aprovada pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB).
No 14º congresso do partido, ela também afirmou que as eleições de 2018 não podem ser um debate sobre o passado e que a solução para a crise não virá de um "outsider" da política.
"Acreditamos que o golpe encerra um ciclo político. Por isso, 2018 não pode ser um momento de debate sobre o passado, mas um momento de construção de saídas e de debate sobre o futuro do País", declarou Manuela. "Não existem candidaturas outsiders. A saída é política. Por isso, defendemos uma frente ampla." A deputada defendeu uma nova política de juros, câmbio e inflação voltadas para o desenvolvimento do País, "e não dos interesses do rentismo".
Em discurso antes de Manuela, a presidente nacional do PCdoB, deputada federal Luciana Santos (PE), defendeu a candidatura própria do partido em 2018, mas fez questão de fazer afagos ao PT. Ao mesmo tempo em que disse que sua legenda "entrou para valer" nas eleições do próximo ano, defendeu a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser candidato ao Planalto.
Lula disse, ontem, que "não vai ser difícil" ganhar as eleições presidenciais de 2018, mas defendeu uma mudança de estratégia da esquerda para barrar as propostas do governo Temer no Congresso. O ex-presidente participou do congresso do PCdoB e discursou no mesmo palco com Manuela. Lula avaliou que a oposição está fragilizada e lamentou que não tenha conseguido barrar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e propostas que, na sua avaliação, representam um retrocesso aos avanços das gestões petistas, como a reforma trabalhista.
 
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