Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 08 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

operação lava jato

Notícia da edição impressa de 09/11/2017. Alterada em 08/11 às 21h31min

Wesley Batista não se arrepende da decisão de colaborar com a Justiça

Em depoimento na manhã de ontem à Comissão Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, o empresário Wesley Batista, um dos proprietários da empresa, disse que não se arrepende de ter decidido colaborar com a Justiça brasileira. O empresário afirmou que o processo de colaboração com o Ministério Público Federal é "imprevisível e inseguro".
"O que vejo neste momento são colaboradores sendo punidos e perseguidos pelas verdades que disseram. As delações dos últimos anos fizeram o País olhar no espelho", ressaltou, avaliando que os brasileiros não gostaram do que viram, e por isso os delatores estão sendo punidos, presos, e os delatados estão soltos.
Batista reafirmou que acredita na Justiça brasileira e destacou que jamais descumpriu o acordo de delação celebrado com o Ministério Público. Após essa introdução, Wesley Batista invocou a prerrogativa constitucional de permanecer calado - a exemplo do que fez o ex-diretor da J&F Ricardo Saud - e seguiu sem responder às perguntas dos parlamentares.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia