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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 23/11/2017. Alterada em 22/11 às 21h08min

O 2017, ano que não termina

Sérgio Arnoud
Os servidores totalizam mais de 23 meses de atrasos e parcelamentos de salários, acumulando um passivo de multas, juros e perda da autoestima. Além da ausência de reajustes salariais por quatro anos, apesar da inflação. Já a sociedade gaúcha acorda e adormece em pânico, diante da falta total de segurança, do caos na educação e na saúde, que fazem o Rio Grande despencar na comparação com os indicadores sociais nacionais.
O governo estadual adotou uma política de desmonte do Estado, inviabilizando os serviços públicos e demonizando seus servidores, com a deliberada intenção de justificar a privatização e a terceirização ilimitada. Uma política que determina a substituição de um Estado prestador de serviços, do tipo de Estado de Bem-Estar Social, por um Estado demandador de serviços que serão prestados pela iniciativa privada a preços cada dia maiores, como o caso da privatização da água e do esgoto em Uruguaiana.
Essa política errática agora volta-se novamente contra o Rio Grande, com a propalada renegociação da dívida junto à União. Dívida que nunca foi auditada e que já foi paga. Isto sem falar na dívida da União com o Rio Grande do Sul, de igual tamanho. Para isso, vai inviabilizar o futuro do Estado e dos gaúchos, congelando os investimentos e sacrificando a qualidade de vida de todos. Isto sem falar que após os três anos de carência, a dívida será acrescida de mais R$ 20 bilhões.
A Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul (Fessergs) e seus sindicatos filiados, juntamente com as associações que se organizam a seu redor, denunciam esta grave situação e se manterão alertas, mesmo entre o período de festas de final de ano, para barrar estas tentativas temerárias de vender o Rio Grande.
Presidente da Fessergs
 
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