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Porto Alegre, domingo, 05 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 06/11/2017. Alterada em 05/11 às 20h12min

Estado competitivo com melhor gestão

Eduardo Fernandez
Competitividade é a capacidade de uma organização cumprir sua missão, de forma mais ágil e eficiente que outras organizações competidoras. Desta forma, com competitividade, a iniciativa privada busca estar à frente da concorrência, sem o que seria impossível sobreviver no atual contexto econômico global. O mesmo empenho espera-se da gestão pública. Que suas ações promovam a construção de uma cultura de governança e gestão de excelência, indo além da prestação de serviços de qualidade, essenciais à população. Queremos ver nosso Estado assumir protagonismo, melhorando sua imagem em todos os segmentos, tanto no Brasil, quanto no Exterior.
É imperioso que tenhamos gestores capacitados e engajados na liderança das práticas, trazendo resultados que beneficiem a base econômica e a qualidade de vida da população. Esses gestores devem se aproximar cada vez mais do setor privado com objetivo principal de levar a sua expertise de gestão para a administração pública.
Um importante balizador para a eficiência na gestão pública é o Ranking de Gestão e Competitividade dos Estados. Trata-se do levantamento feito pelo Centro de Liderança Pública com apoio da Tendências Consultoria e da Economist Intelligence Unit, que analisa a capacidade competitiva dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, sendo observados 64 indicadores, que servem para balizar os gestores públicos, a fim de que alcancem a excelência na gestão.
Este ano, o Rio Grande do Sul recebeu o Prêmio de Boas Práticas, com a Sala do Investidor. Uma iniciativa simples criada em 2011 para auxiliar os que desejam investir no Estado, desburocratizando processos e auxiliando até mesmo em oportunidades na busca de financiamentos.
Portanto, fica muito claro, para retomar o crescimento, é necessário que os governantes sejam cobrados, fiscalizados em seu comprometimento com a meritocracia, transparência, redução de gastos e implementação de programas de metas. Somente assim teremos um ambiente mais saudável para investimentos que tirem o País da crise, gerando empregos, renda e desenvolvimento para toda a sociedade.
Presidente do Lide/RS
 
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