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Porto Alegre, segunda-feira, 20 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Internacional

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acidente

20/11/2017 - 12h17min. Alterada em 20/11 às 12h22min

Chamadas não vieram de submarino desaparecido, diz Marinha argentina

Bandeiras com mensagens de apoio à tripulação foram colocadas na sede da base da Marinha argentina

Bandeiras com mensagens de apoio à tripulação foram colocadas na sede da base da Marinha argentina


EITAN ABRAMOVICH/AFP/JC
Folhapress
As chamadas de satélite detectadas no fim de semana não vieram do submarino desaparecido desde a última quarta-feira na Argentina, informou nesta segunda-feira (20) o porta-voz da Marinha, Enrique Babi.
O Ministério da Defesa argentino havia anunciado na noite de sábado que foram detectadas ao menos sete tentativas de chamada por satélite que poderiam ser do submarino desaparecido ARA San Juan, que leva a bordo 44 tripulantes.
As chamadas, com duração entre quatro e 36 segundos foram recebidas entre 10h52min e 15h42min, em diferentes bases da Marinha Argentina, mas o contato não chegou a ser estabelecido.
No domingo, a Marinha da Argentina disse que não está trabalhando com a questão da sobrevivência dos 44 tripulantes. Isso porque, segundo Balbi, a tripulação estava preparada para um viagem de 10 dias e tinha suprimentos para uma quinzena.
Oxigênio, disse ele, também não seria um problema, "já que contam com armazenamento suficiente".
Por outro lado, Balbi afirmou que as autoridade "não descartam nenhuma hipótese" sobre o que pode ter acontecido com o submarino, que perdeu comunicação quando fazia o trajeto entre Ushuaia (sul) e a Base Naval de Mar del Plata.
Segundo o porta-voz, a Marinha trabalha com a possibilidade de que esteja "tanto na superfície quando submerso, com ou sem propulsão".
As Forças Armadas argentinas têm empregado todo tipo de embarcações e aviões nas buscas, de barcos científicos e corvetas a aviões de guerra, além de ter aceitado a ajuda nas buscas, inclusive, de navios pesqueiros.
O Brasil mobilizou três embarcações da Marinha, o navio polar almirante Maximiano, que se deslocava para Estação Antártica Comandante Ferraz; a fragata Rademaker, que regressava de uma operação com a Armada do Uruguai, e o navio de socorro submarino Felinto Perry, que desatracou da base almirante Castro e Silva, localizada no Rio de Janeiro.
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