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Porto Alegre, quinta-feira, 30 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

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protestos

30/11/2017 - 17h58min. Alterada em 30/11 às 19h40min

Servidores da Fundação Piratini entram em greve após demissão de 14 funcionários

Servidores da Fundação Piratini protestam após demissão de funcionários

Servidores da Fundação Piratini protestam após demissão de funcionários


Movimento dos Servidores da TVE e FM Cultura/Facebook/Divulgação/JC
Os servidores da Fundação Piratini - que gerencia a TVE e a FM Cultura - entraram em greve na tarde desta quinta-feira (30), em protesto contra a demissão de 14 funcionários da fundação. Em nota, eles afirmaram sua solidariedade ainda a outros 11 colegas que podem também ser demitidos. Outros cinco trabalhadores teriam sido demitidos da Fundação Zoobotânica (FZB).
Os funcionários demitidos não teriam estabilidade reconhecida, nem estariam acolhidos por liminar da Justiça do Trabalho. Segundo os servidores da Fundação Piratini, com a diminuição do número de funcionários, torna-se impossível exercer as atividades, devido a um quadro já enxuto de pessoas "trabalhando desde o início do governo Sartori com condições técnicas mínimas".
As demissões fazem parte do início da extinção das fundações Zoobotânica (FZB), de Ciência e Tecnologia (Cientec), de Economia e Estatística (FEE), de Desenvolvimento e Recursos Humanos (FDRH), Piratini (TVE e FM Cultura) e Metroplan, aprovadas pela Assembleia Legislativa em dezembro de 2016 e parte do programa de reestruturação do governo do Estado.
Em nota, a direção da Fundação Piratini confirmou as demissões e que são "14 servidores sem estabilidade funcional reconhecida pelo Estado e que não estavam acolhidos por nenhuma decisão liminar da Justiça do Trabalho". O diretor-geral, Tomaz Augusto Schuch, explicou que os demitidos entraram sem concurso público antes da Constituição de 1988. O presidente da fundação Piratini, Orestes de Andrade Jr., diz "que as programações da TVE e da FM Cultura seguirão normalmente".  
"A negociação não impede desligamento, como esclarecido na mesa de negociação. As pessoas eventualmente desligadas, a contar de 19 de outubro de 2017, serão incluídas nos benefícios do acordo coletivo, caso este venha a ser firmado", explicou a PGE.
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