Porto Alegre, sábado, 04 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

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Atingidos pela tragédia de Mariana exigem área segura para morar

Após dois anos da tragédia de Mariana, em Minas Gerais, atingidos e autoridades denunciam a demora na reconstrução das casas. A Comissão de Atingidos da Barragem de Fundão e promotores do Ministério Público de Minas Gerais criticaram o projeto de reassentamento feito pela Fundação Renova, financiada pela empresa Samarco. A proposta prevê reconstruir imóveis em área de risco. O MP entrou com ação para garantir o reassentamento e a participação dos atingidos nos projetos. A Comissão de Atingidos defende que a população tem direito de ser reassentada em um local seguro. Desde 2015, o MP mineiro já protocolou 19 ações na Justiça, sendo 17 ações civis e 2 criminais. A Fundação Renova informou que nas cidades de Bento Rodrigues, Paracatu de Baixo e em Barra Longa, onde vivia a comunidade de Gesteira, os terrenos e projetos urbanísticos foram apresentados às populações e aprovados pela maioria. (Agência Estado)
 

FOTO José Cruz/Agência Brasil/JC
04/11/2017 - 21h03min