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Porto Alegre, terça-feira, 21 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Esportes

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Libertadores

Notícia da edição impressa de 22/11/2017. Alterada em 21/11 às 21h51min

O primeiro passo para o tri

Ídolo quer conquistar a taça mais uma vez, agora como técnico

Ídolo quer conquistar a taça mais uma vez, agora como técnico


/LUCAS UEBEL/GRÊMIO FBPA/JC
Finalmente chegou o grande dia. Hoje, às 21h45min, na Arena, os comandados de Renato Portaluppi entram em campo no jogo mais importante para o Grêmio nos últimos dez anos. Desta vez, o Tricolor quer fazer diferente de 2007 - quando perdeu o título da Libertadores da América para o Boca Juniors -, e soltar o grito de tricampeão da América. Para isso, terá de superar os argentinos do Lanús.
Enquanto os gaúchos querem voltar a conquistar um título continental após 22 anos, o Lanús busca a primeira Copa em sua trajetória. Das arquibancadas da Arena, os jogadores receberão o apoio eufórico de 55 mil gremistas. O objetivo é um só: conquistar um bom resultado para ir para Buenos Aires com uma vantagem para o jogo final, na quarta-feira da semana que vem.
A véspera da final foi tranquila no lado gremista. Portaluppi realizou o tradicional rachão, com sua participação - o treinador marcou um gol, inclusive. Na coletiva que antecede o jogo, ele não confirmou a equipe, mas os 11 estão praticamente definidos. As dúvidas que ainda pairam no ar são a escalação de Michel e Everton. No entanto, pelo discurso do treinador e pelas entrevistas concedidas na última semana, a tendência é de que ele mantenha Jailson e Fernandinho entre os titulares.
Os pendurados gremistas são os defensores Edílson e Kannemann. Caso recebam cartão amarelo, não participarão do jogo de volta, em Buenos Aires, na próxima quarta-feira. Do lado argentino não é diferente, e com agravantes: cinco atletas entram em campo pendurados. O goleiro Esteban Andrada, os defensores José Luis Gómez e Diego Braghieri, e os meio-campistas Iván Marcone e Román Martínez.
Grêmio e Lanús tiveram jornadas distintas até a final. Na fase de grupos, o Grêmio venceu quatro jogos, empatou um e perdeu outro. O Tricolor superou o Godoy Cruz nas oitavas de final, com duas vitórias. Nas quartas, os gaúchos superaram o Botafogo - empate sem gols no Rio de Janeiro e vitória mínima na Arena. Já na semifinal, uma vitoria e uma derrota: triunfo por 3 a 0 contra o Barcelona, em Guayaquil e revés por 1 a 0 na Arena.
Os argentinos só avançaram com a melhor campanha na fase de grupos graças à Chapecoense. Os catarinenses escalaram um atleta irregularmente e perderam os pontos para o Lanús. O Granate venceu quatro, empatou uma e perdeu outra na fase de grupos. Nas oitavas, empate com o The Strongest em 1 a 1, na Bolívia, e vitória por 1 a 0, em casa. Nas quartas, após perderem por 2 a 0 fora para o San Lorenzo, devolveram o placar em La Fortaleza e avançaram nos pênaltis por 4 a 3. Na semifinal, mais uma virada. Depois de perder por 1 a 0 para o River Plate no jogo de ida, o Lanús reverteu um 2 a 0 em casa e acabou triunfando com um 4 a 2 histórico.
Escalação

Renato Portaluppi diz que história do drone espião é 'uma palhaçada'

Renato Portaluppi minimizou a polêmica sobre o uso de um drone para espionar os adversários do Grêmio. O assunto entrou em debate após a ESPN Brasil revelar a utilização da tecnologia supostamente contratada pelo Grêmio para analisar rivais durante a temporada.
"Eu nem iria perder meu tempo com essa palhaçada, mas vamos lá. Queria falar para algumas pessoas do futebol, que acham que entendem de futebol, que pessoas faziam isso antes de eu jogar", disse o treinador.
"Eu pergunto: como se ganha uma guerra? Como se neutraliza o adversário? De várias formas. Com drone, helicóptero, avião, a cavalo, bicicleta. O mundo é dos espertos. Vamos fazer o seguinte: escolham treinadores e perguntem como eles descobrem as jogadas dos adversários. Parece que é só o Grêmio que usa esses artifícios. Futebol é igual guerra", acrescentou.
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