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Porto Alegre, quinta-feira, 16 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Esportes

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Investigação

Alterada em 16/11 às 16h12min

Testemunha afirma que pagou propina de R$ 8,8 milhões para José Maria Marin

Segundo Burzaco, Marin ganharia outros R$ 6 milhões se o esquema não tivesse sido descoberto

Segundo Burzaco, Marin ganharia outros R$ 6 milhões se o esquema não tivesse sido descoberto


YASUYOSHI CHIBA/AFP/JC
O empresário Alejandro Burzaco disse no Tribunal do Brooklin, em Nova Iorque, nesta quinta-feira (16), que pagou US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 8,8 milhões) ao ex-presidente da CBF, José Maria Marin. Burzaco afirmou também que Marin ganharia outros R$ 6 milhões se o esquema de fraude para obtenção de direitos de transmissão de competições, como a Copa Libertadores e o torneio Copa do Brasil, não tivesse sido descoberto.
O argentino, ex-executivo da empresa Torneos y Competencias, é uma testemunha-chave no processo da Justiça norte-americana contra o ex-presidente da CBF. Burzaco disse também que a empresa pagou US$ 4,5 milhões em suborno (R$ 17 milhões) ao ex-presidente da Conmebol, o paraguaio Juan Angel Napout, além de US$ 3,6 milhões (R$ 11,8 milhões) ao ex-presidente da Federação Peruana, Manuel Burga.
O dirigente peruano, aliás, teve os termos de sua prisão domiciliar revistos pela juíza Pamela Chen, depois de ter ameaçado o empresário argentino durante a sessão de segunda-feira do tribunal. As condições da prisão ficaram mais duras. Presidente da CBF entre os anos de 2012 e 2014, José Maria Marin tem negado ter recebido qualquer dinheiro indevido.
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