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Porto Alegre, quinta-feira, 30 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 30/11 às 20h13min

Bolsas de Nova Iorque avançam e Dow Jones fecha acima dos 24 mil pontos pela 1ª vez

As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta nesta quinta-feira (30), com o Dow Jones avançando 300 pontos na sessão e ultrapassando a marca dos 24 mil pontos pela primeira vez na história, em meio ao otimismo do mercado com o avanço da proposta de reforma tributária no país. O S&P 500 também registrou recorde de fechamento, impulsionado por ações de instituições financeiras.
O índice Dow Jones fechou em alta de 1,39%, aos 24.272,35 pontos; o S&P 500 subiu 0,82%, para 2.647,58 pontos; e o Nasdaq avançou 0,73%, para 6.873,97 pontos.
As ações de companhias financeiras foram responsáveis por boa parte do avanço, enquanto os investidores observam o progresso do plano de reforma tributária no Congresso. Analistas dizem que as ações de bancos estão entre os papéis que mais se beneficiariam da reforma, uma vez que essas empresas tendem a pagar juros relativamente altos. Republicanos do Senado votaram na quarta-feira para começar a debater o projeto e uma votação final pode acontecer ainda nesta quinta.
"Entre a reforma tributária e o fortalecimento da economia, os fundamentos parecem bons", disse Paul Brigandi, da Direxion Investments. "Os mercados estão esperando a reforma e estão otimistas sobre o que isso significa para a economia."
O Goldman Sachs viu suas ações avançarem 2,60%; o J.P. Morgan Chase subiu 0,76%; e a American Express ganhou 1,15%.
As companhias do setor de energia também apresentaram bons resultados, uma vez que os preços do petróleo subiram levemente. A alta dos preços ganhou impulso após a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros países, que concordaram em estender o acordo de corte de produção. A ExxonMobil subiu 1,24% e a Chevron viu seus papéis avançarem 1,54%.
Dados econômicos recentes continuaram a sugerir que a economia americana está crescendo de maneira constante, mesmo com a inflação insistentemente abaixo da meta do banco central. Os gastos dos americanos com consumo subiram de novo em outubro, de acordo com o Departamento do Comércio.
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