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Porto Alegre, quinta-feira, 30 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 30/11 às 08h51min

Confiança empresarial sobe 1,5 ponto em novembro ante outubro, aponta FGV

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) avançou 1,5 ponto em novembro ante outubro, para 91,8 pontos, retornando ao nível de maio de 2014, informou nesta quinta-feira, 30, a Fundação Getulio Vargas (FGV). "Gradualmente a confiança empresarial avança e se aproxima de níveis compatíveis com períodos de expansão econômica. A aceleração da melhora das percepções sobre a situação atual nos últimos meses deu mais consistência à tendência de recuperação da confiança em 2017. Do lado das expectativas, chama a atenção em novembro o fato de que pela primeira vez em três anos há mais empresas prevendo aumentar do que reduzir o total de pessoal ocupado nos meses seguintes", avaliou Aloisio Campelo Junior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.
O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria de Transformação, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.
Em novembro, o Índice de Expectativas (IE-E) subiu 1,1 ponto, para 98,5 pontos, o maior patamar desde dezembro de 2013. Já o Índice da Situação Atual (ISA-E) aumentou 0,7 ponto, para 86,7 pontos, o nível mais alto desde dezembro de 2014.
A confiança avançou em dois dos quatro setores no mês. A maior contribuição para a alta do ICE em novembro foi dada pela Indústria (1,4 ponto), seguida pelo Setor da Construção (0,1 ponto).
No indicador de ímpeto de contratações pelo setor empresarial, a parcela de empresas que preveem aumentar o quadro de pessoal nos três meses seguintes (15,2%) superou a das que projetam redução (14,6%). O resultado foi influenciado pelo avanço do ímpeto de contratações na indústria.
A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 4.923 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 27 de novembro.
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