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Porto Alegre, quinta-feira, 30 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 30/11 às 08h03min

Bolsas asiáticas fecham majoritariamente em baixa, influenciadas por tecnologia

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira (30), com várias delas pressionadas por ações de tecnologia e as da China migrando para o vermelho na segunda parte do pregão, apesar de dados positivos da atividade econômica do país.
O fraco desempenho do setor de tecnologia da Ásia veio depois que o Nasdaq caiu mais de 1% ontem, embora outros índices acionários de Nova Iorque tenham avançado.
Em Taiwan, o Taiex registrou hoje sua maior queda em mais de ano, de 1,43%, terminando a sessão a 10.560,44 pontos. O índice foi em boa parte influenciado por seu maior componente, a Taiwan Semiconductor, que sofreu um tombo de 3,6%, o mais acentuado desde 2015. Na Coreia do Sul, o Kospi também foi pressionado por sua principal ação, a da Samsung Electronics. O Kospi caiu 1,45%, a 2.476,37 pontos, atingindo o menor nível em seis semanas, diante de uma queda de 3,4% da Samsung, que ampliou a perda acumulada da empresa na semana para 8,4%. Também em Seul, investidores digeriram o primeiro aumento de juros do banco central sul-coreano em mais de seis anos, de 1,25% para 1,50%.
No começo da semana, o Morgan Stanley rebaixou sua recomendação para ações da Taiwan Semiconductor e da Samsung.
Na capital japonesa, Tóquio, o Nikkei foi exceção e subiu 0,57%, a 22.724,96 pontos, com o bom desempenho de ações financeiras compensando a fraqueza de papéis de tecnologia.
Na China, as bolsas acabaram se enfraquecendo nos negócios da tarde, ao contrário do que aconteceu em pregões recentes. O Xangai Composto caiu 0,62%, a 3.317,19 pontos, o menor patamar em três meses, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,90%, a 1.901,86 pontos. Destacaram-se em baixa papéis de seguradoras e do setor imobiliário.
O mau humor nos mercados chineses prevaleceu a despeito de avanços nos índices de gerentes de compras (PMIs) oficiais da segunda maior economia do mundo. O PMI industrial da China subiu de 51,6 em outubro para 51,8 em novembro, surpreendendo analistas que previam leve queda do indicador, enquanto o PMI de serviços foi de 54,3 para 54,8. Leituras acima de 50 indicam expansão de atividade.
Em Hong Kong, o Hang Seng mostrou queda de 1,51%, a 29.177,35 pontos. Com a maior perda diária em seis semanas, o índice do território semiautônomo foi prejudicado por ações de tecnologia e da indústria de seguros. Já nas Filipinas, não houve pregão hoje devido a um feriado nacional.
Na Oceania, a bolsa da Austrália fechou com perdas após o primeiro-ministro Malcolm Turnbull anunciar um inquérito público sobre bancos e o sistema financeiro domésticos. Influenciado por papéis de bancos locais e ligados a commodities, o S&P/ASX 200 caiu 0,69% em Sydney, a 5.969,90 pontos.
Também no radar de investidores da Ásia e do Pacífico está a reunião hoje da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de outros produtores de fora do grupo, em Viena. A expectativa é que a Opep e aliados estendam o atual pacto que busca reduzir a produção conjunta em 1,8 milhão de barris por dia de março para o fim do ano que vem.
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