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Porto Alegre, quarta-feira, 29 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 29/11 às 22h48min

Dólar avança ante iene, apoiado por PIB dos EUA e reforma tributária

O forte crescimento dos Estados Unidos e o otimismo em torno da reforma tributária no país fizeram com que o dólar apresentasse ganhos em relação ao iene e a moedas de países emergentes e exportadores de commodities. O euro, no entanto, subiu ante a divisa americana, ao ser favorecido pela economia da zona do euro.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar subia para 111,87 ienes e o euro avançava para US$ 1,1855.
A economia dos EUA cresceu à taxa anualizada de 3,3% no terceiro trimestre, de acordo com a segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do país pelo Departamento do Comércio. O resultado ficou acima do nível máximo sustentável de 3%, de acordo com o estimado pelo Escritório do Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês). Analistas consultados pelo Wall Street Journal também esperavam crescimento de 3,3%.
O dólar também foi apoiado pelo otimismo em torno da reforma tributária em solo americano. Na terça-feira, o Comitê Orçamentário do Senado deu sinal verde ao plano tributário dos senadores republicanos. O projeto de lei precisa de 50 votos para ser aprovado, e, com 52 senadores, o Partido Republicano pode ter apenas duas deserções. No entanto, diversos congressistas da sigla que tinham dúvidas quanto à proposta passaram a apoiar a medida após um almoço, na última terça-feira, com o presidente americano, Donald Trump.
A alteração nos tributos também foi alvo de comentários no Livro Bege, sumário das condições econômicas dos EUA elaborado pelo Federal Reserve. O documento, que não chegou a alterar o ritmo dos negócios, mostrou que algumas empresas relataram que incertezas quanto à reforma dificultam seus planos para o próximo ano. Além disso, o setor imobiliário teme que os cortes nos impostos piore as perspectivas para esse mercado.
Para o estrategista de câmbio do BNP Paribas, Daniel Katzive, o projeto de lei poderia impulsionar o crescimento em cerca de 0,5%. Como o desemprego no menor nível em 17 anos, uma expansão mais rápida poderia aumentar a pressão para salários mais elevados e levar o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) a elevar os juros a um ritmo mais rápido, apontou.
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