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Porto Alegre, terça-feira, 28 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 29/11/2017. Alterada em 28/11 às 22h07min

Ibovespa fecha em alta de 0,11%

O mercado brasileiro de ações teve uma terça-feira de influências positivas nos cenários externo e interno, que levaram o Índice Bovespa a interromper uma sequência de quedas que durou quatro pregões. O indicador operou em terreno positivo desde a abertura e fechou com leve ganho, de 0,11%, aos 74.139 pontos, depois de ter subido até 1,26% na máxima do dia.
O desempenho positivo do Ibovespa foi garantido em boa medida pela valorização das ações dos bancos. Os papéis do setor já mostravam bom desempenho desde cedo, com o alívio a partir do acordo para correção de planos econômicos dos anos 1980 e 1990, fechado ontem, que deve envolver R$ 10 bilhões. Banco do Brasil ON teve alta de 1,49%, enquanto Bradesco PN e Itaú Unibanco PN avançaram 0,30% e 0,16%.
O tom "dovish" (suave) do discurso do futuro presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, foi apontado como principal gatilho para as compras de ações ao longo do dia, mas analistas também apontaram um cenário doméstico mais otimista, com indicadores econômicos positivos e uma melhora cautelosa dos ânimos quanto à reforma da Previdência.
O discurso suave de Powell reforçou a expectativa de manutenção do gradualismo na normalização dos juros norte-americanos, o que deu impulso não apenas às bolsas de Nova Iorque, mas também aos mercados acionários emergentes. Por outro lado, os investidores mantiveram a cautela quanto à política monetária, dado o potencial inflacionário de medidas de estímulo à economia dos EUA, como a reforma tributária, aprovada nesta tarde no Comitê do Orçamento do Senado.
Logo que começou a sabatina de Powell, o dólar à vista inverteu o movimento de alta e passou a oscilar no campo negativo ante o real, atingindo o menor patamar intraday desde o dia 19 de outubro. O dólar à vista fechou em queda de 0,24%, a R$ 3,2131. O volume foi de US$ 990,4 milhões.
Já a divisa negociada para dezembro ampliou suas perdas no mercado doméstico, em um comportamento semelhante ao de outras moedas ligadas a commodities e de países emergentes. Por trás dessa queda está a sinalização de que o aperto monetário nos EUA pode ser mais lento, caso a inflação continue fraca.
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