Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 27 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Sistema financeiro

Notícia da edição impressa de 28/11/2017. Alterada em 27/11 às 21h00min

Entidades fazem acordo sobre planos econômicos

A Frente Brasileira dos Poupadores (Febrapo), o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) chegaram a um consenso sobre a correção das cadernetas de poupança para corrigir as perdas decorrentes de planos econômicos das décadas de 1980 e 1990.
As negociações vinham sendo conduzidas pela Advocacia-Geral da União (AGU), com apoio do Banco Central do Brasil. O acordo prevê uma indenização de cerca de R$ 11 bilhões. Segundo a AGU, pontos relevantes da conciliação ainda estão pendentes. O texto final será definido na próxima semana e então submetido à apreciação do STF (Supremo Tribunal Federal), a quem caberá a última
Clientes dos grandes bancos do País entraram na Justiça em ações coletivas e individuais para solicitar a reparação de perdas com o congelamento das remunerações da caderneta de poupança durante os planos econômicos nas décadas de 1980 e 1990: Bresser (1987), Verão (1989), Collor 1 (1990) e Collor 2 (1991).
O acordo prevê o pagamento de uma indenização de R$ 11 bilhões aos clientes, menos do que foi solicitado durante as negociações - ao redor de R$ 50 bilhões.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia