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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

27/11/2017 - 17h09min. Alterada em 27/11 às 18h01min

Juros fecham com viés de queda na ponta curta e de alta nos vencimentos longos

A curva de juros fechou a sessão regular levemente inclinada, com os contratos de curto e médio prazos em ligeira queda e os vencimentos longos, com viés de alta. A segunda-feira, teve volume abaixo do padrão e agenda e noticiário sem força para impulsionar o mercado.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou em 7,09%, de 7,12% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2020 caiu de 8,37% para 8,34%. A taxa do DI para janeiro de 2021 encerrou em 9,24%, ante 9,23% no ajuste anterior, e o DI janeiro de 2023 terminou com taxa de 10,08%, de 10,06%.
O gestor de renda fixa da Absolute Investimentos, Renato Botto, lembra que as taxas nesta segunda oscilaram de forma modesta no aguardo de definições importantes nos próximos dias. "O mercado está em modo de aguardo pelo Copom (Comitê de Política Monetária) na semana que vem. Já a parte mais longa é mais instada pelo exterior e pela expectativa com a Previdência", disse. Enquanto isso, os vencimentos curtos refletem a boa perspectiva com o cenário inflacionário e os longos, as dúvidas sobre se o governo conseguirá 308 votos de deputados a tempo de votar a reforma da Previdência ainda este ano.
Durante participação em evento nesta segunda em São Paulo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que levará à votação o texto que tiver condições de votar. Ele ainda desafiou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a conseguir os 308 votos.
"Que o Meirelles me traga os 308 votos, que eu aprovo a proposta dele", afirmou Maia, em evento promovido pela revista Veja, ao ser informado por um jornalista que o ministro teria dito que não negociaria mais nenhum ponto da reforma da Previdência.
Maia acrescentou que, se tiver de ceder em alguns temas, vai dialogar, mas que conseguir 308 votos "não é fácil". Ele afirmou não querer negociar mais tempo nenhum, e considera "fácil" dizer que não negocia mais.
Crítico do excesso de Medidas Provisórias (MPs) editadas pelo Executivo, Maia contrariou o governo e não incluiu na pauta de votações do plenário desta semana a MP que cria o Programa de Desligamento Voluntário (PDV) dos servidores federais. Com isso, a proposta deve caducar nesta terça-feira, sem ser votada pelo Congresso Nacional.
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