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Porto Alegre, terça-feira, 21 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 21/11 às 18h42min

Dólar cai com exterior e expectativa sobre reforma da Previdência

O dólar se firmou no campo negativo e bateu cotações mínimas nesta tarde de terça-feira, 21, acompanhando o movimento da moeda americana no exterior e refletindo o cenário mais favorável para moedas de países emergentes. No campo doméstico, a expectativa de que a reforma da Previdência seja votada na Câmara dos Deputados ainda neste ano, em meio às negociações para a reforma ministerial, reacendeu o otimismo dos investidores. Na reta final do pregão, porém, a valorização do real perdeu intensidade após declarações de parlamentares do DEM de que não há votos suficientes para aprovar a reforma da Previdência.
O dólar à vista fechou em baixa de 0,32%, a R$ 3,2518. O giro financeiro foi de US$ 2,168 bilhões. Na mínima, chegou a R$ 3,2411 (-0,65%) e, na máxima, R$ 3,2658 (+0,11%).
De acordo com Cleber Alessie, operador da corretora H.Commcor, o dólar perdeu força nesta terça-feira também por um movimento de correção. "Ontem, o dólar subiu ante as principais moedas por causa da queda das commodities e da cautela em relação à Alemanha", destacou. A política alemã se tornou um foco de atenção após o fracasso nas negociações de uma coalizão para o quarto mandato de Angela Merkel como chanceler.
No campo doméstico, a leitura de profissionais do mercado foi de que, com o início da reforma ministerial, aumentou a possibilidade de a reforma da Previdência ser votada ainda neste ano, pelo menos na Câmara dos Deputados. A troca em ministérios, com mais espaço para o chamado Centrão, é uma das condições impostas por aliados do governo Michel Temer para votarem a proposta de mudança nas regras previdenciárias.
"No momento, o que está no radar do mercado são as mudanças ministeriais, que trazem tranquilidade para o Congresso e abrem espaço para a aprovação de uma minirreforma da Previdência", comentou Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.
No entanto, já na reta final do pregão, Maia disse que ainda é preciso ouvir os líderes partidários para saber quantos votos há a favor da reforma da Previdência. Ele admitiu que não há os 308 votos necessários para aprovar o novo texto. "Acho que está longe", respondeu. O líder do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB), foi na mesma direção: "Acredito que a reforma ministerial e as mudanças no texto não conseguem agregar os 308 votos necessários", disse Efraim.
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