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Porto Alegre, terça-feira, 21 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

21/11/2017 - 18h14min. Alterada em 21/11 às 20h20min

Ibovespa segue bom humor em Nova Iorque e fecha com alta de 1,58%

O clima de otimismo no mercado internacional foi determinante para o bom desempenho do Índice Bovespa, que operou em alta durante todo o pregão de hoje e fechou com ganho de 1,58%, aos 74.594,61 pontos. Os esforços do governo na articulação para a votação da reforma da Previdência também foram citados como influência positiva para os negócios, embora o tema ainda esteja cercado de cautela. O volume de negócios somou R$ 13,6 bilhões, inflado pelos R$ 3,59 bilhões movimentados no exercício de opções sobre ações.
A valorização firme das ações levou em conta não apenas as altas das bolsas de Nova York no dia, mas também os seus ganhos na véspera. Na ocasião, os ADRs brasileiros subiram, enquanto o mercado brasileiro estava fechado, em razão do feriado em São Paulo. Em Wall Street, os índices de ações continuaram a renovar máximas históricas em função das expectativas de incentivo à economia dos EUA por meio da reforma tributária que está em tramitação.
Na máxima do dia, registrada à tarde, o Ibovespa chegou aos 75.073,28 pontos (+2,23%). A alta teve como destaque as ações do setor financeiro, elétrico e mineração. Com petróleo em alta, as ações da Petrobras subiram durante a maior parte do dia, mas perderam fôlego no final e recuaram. Por outro lado, Vale ON avançou 3,43%, apesar da baixa do minério de ferro. Entre os bancos, os destaques ficaram com Bradesco PN (+2,29%) e Itaú Unibanco PN (+2,00%).
"A melhora de humor hoje, reunindo fatores internos e externos, favoreceu uma recuperação importante do Ibovespa, que retomou patamares gráficos importantes. Isso pode abrir espaço para que as ações dos bancos, por exemplo, passem a precificar os lucros apontados nos balanços trimestrais, o que não tinha acontecido dias atrás", disse Ariovaldo Ferreira, gerente de renda variável da H.Commcor.
A melhora da percepção com o cenário político esteve sustentada em boa medida em informações de que, com os esforços do governo, a Previdência poderá ser votada na Câmara na primeira semana de dezembro. Mas a cautela ainda esteve bastante presente. À tarde, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que ainda é preciso ouvir os líderes partidários para saber quantos votos há a favor da reforma. Ele, no entanto, admitiu que não há os 308 votos necessários para aprovar o novo texto. "Acho que está longe", disse.
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