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Economia

- Publicada em 20 de Novembro de 2017 às 14:07

Relatório de receitas do Orçamento revê PIB para 2,5%

Agência Estado
O relatório de receitas do Orçamento de 2018 revisou a estimativa de crescimento no ano que vem para 2,5%, o que teve um impacto positivo bruto de R$ 5,583 bilhões nas receitas do governo federal. O efeito líquido sobre a arrecadação da União será de R$ 4,887 bilhões. O parecer foi divulgado há pouco pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).
O relatório de receitas do Orçamento de 2018 revisou a estimativa de crescimento no ano que vem para 2,5%, o que teve um impacto positivo bruto de R$ 5,583 bilhões nas receitas do governo federal. O efeito líquido sobre a arrecadação da União será de R$ 4,887 bilhões. O parecer foi divulgado há pouco pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).
"Em razão do teto de gastos em vigor, entendemos que todo excesso de arrecadação servirá para a melhora das contas públicas, com redução de déficit primário previsto pela LDO (R$ 159 bilhões)", diz o documento, que será detalhado hoje às 16h em coletiva pelo relator de receitas do Orçamento, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), e pelo relator-geral do Orçamento, deputado Cacá Leão (PP-BA).
A equipe econômica manteve, na mensagem modificativa, a estimativa de avanço de 2% no ano que vem com a intenção de deixar uma "margem" para eventuais frustrações de receitas. Mas o relator já havia antecipado ao Broadcast que faria a alteração.
Oliveira pretendia elevar a projeção para 3%, o que poderia acrescentar de R$ 8 bilhões a R$ 10 bilhões às receitas do governo. Mas preferiu adotar um "meio-termo" de 2,5%, projeção alinhada às expectativas do mercado, segundo o Boletim Focus.
"Nossa experiência de empresário, atuante e observador dos ritmos de negócio nos leva a apostar que a expansão em 2018 alcançará 3%, taxa que não usamos em nossa reavaliação da Receita por uma questão de cautela", afirmou o relator no documento.
O parecer ainda precisa ser aprovado pela CMO para servir de base para o relator-geral divulgar seu parecer. Só depois que o Orçamento é votado e levado ao plenário do Congresso Nacional.
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