Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 17 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 17/11 às 17h55min

Taxas futuras de juros fecham em baixa com maior apetite por ativos emergentes

Os juros futuros ampliaram o ritmo de queda no final da sessão regular desta sexta-feira, quando bateram as mínimas, fechando em baixa ao longo de toda a curva. A exemplo da quinta-feira, o movimento esteve relacionado ao apetite dos investidores por ativos de economias emergentes, que também enfraquece o dólar ante o real e impulsiona a Bolsa, com impacto sobretudo na ponta longa da curva.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fecha com taxa de 7,21%, na mínima, de 7,26% no ajuste de quinta, e a taxa do DI para janeiro de 2020 caiu de 8,46% para 8,56% . A taxa do DI para janeiro de 2021 caiu de 9,41% para 9,31% e a do DI para janeiro de 2023, de 10,21% para 10,11%.
Segundo profissionais da área de renda fixa, o mercado de juros nesta sexta dá sequência ao movimento visto na quinta e que não está influenciado por nenhum fator específico. "Esse movimento nos parece mais técnico, já que os emergentes sofreram muito nos últimos dias, sobretudo o Brasil, e agora ficaram baratos", disse um gestor, lembrando que na curva de juros, por exemplo, houve um volume grande de prêmio adicionado recentemente.
No Brasil, o mercado segue à espera de novidades na reforma da Previdência e a liberação de R$ 7,5 bilhões do Orçamento deste ano pela área econômica é vista como positiva, na medida em que pode agradar aos parlamentares, elevando a chance de apoio maior no Congresso.
Nesta tarde, o Ministério do Planejamento apresentou o relatório de avaliação de receitas e despesas do 5º bimestre, que confirmou a liberação e no qual o governo manteve a projeção de crescimento de 0,5% neste ano.
Nos demais ativos, às 16h34, o dólar à vista era negociado em baixa de 0,51%, aos R$ 3,2624, e o Ibovespa subia 1,35%, para 73.493,47 pontos.
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia