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Porto Alegre, sexta-feira, 17 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 17/11 às 09h54min

Petróleo opera em alta, apoiado por corte na oferta da Opep e dólar mais fraco

O petróleo avança na manhã desta sexta-feira (17), após uma semana negativa, impulsionado por novos sinais sobre os planos da Arábia Saudita para apoiar uma extensão do acordo liderado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para conter a oferta global. Além disso, o dólar mais fraco beneficia os contratos.
Às 9h45min (de Brasília), o petróleo WTI para janeiro subia 1,52%, a US$ 56,19 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para janeiro tinha alta de 1,16%, a US$ 62,07 o barril, na ICE.
"Tem havido mais comentários da Arábia Saudita sobre estender os cortes na produção, o que leva isso de volta às mentes" dos operadores, disse Thomas Pugh, economista da Capital Economics. Segundo ele, porém, não há grandes novidades no assunto.
Na noite da quinta-feira, o ministro da Energia saudita, Khalid al-Falih, afirmou que mais cortes na produção são necessários para continuar a equilibrar o mercado. Al-Falih disse que apoia anunciar detalhes sobre a extensão nos cortes no encontro da Opep em 30 de novembro em Viena.
A Opep e outros importantes produtores, entre eles a Rússia, concordaram há um ano em reduzir a produção global em quase 2%, em um esforço para apoiar os preços. O acordo, estendido em maio, tem fim previsto em março. A Rússia também já indicou sua disposição em deixar os cortes vigorar por mais tempo e deve participar da reunião da Opep no fim do mês.
Analistas apontam, porém, que a produção de petróleo americana é um fator mais importante agora do que o acordo liderado pela Opep. Às 16h, a Baker Hughes divulga seu relatório semanal de poços e plataformas em atividade no país na última semana. 
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