Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 15 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 15/11 às 20h22min

Petróleo fecha em baixa, reagindo a alta dos estoques

Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta quarta-feira (15), reagindo a dados do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês)que apontaram para o aumento nos estoques de petróleo nos Estados Unidos, da ordem de 1,854 milhão de barris na semana até 10 de novembro, para 458,997 milhões de barris, ante uma expectativa de queda por parte dos analistas de mercado.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para dezembro fechou em queda de 0,66%, a US$ 55,33 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do petróleo tipo Brent para janeiro recuou 0,55%, a US$ 61,87.
A segunda semana consecutiva de alta dos estoques disparou preocupações de que, diante da recente alta de preços do petróleo, os produtores de xisto dos EUA tenham aumentado a produção para aproveitar os valores mais elevados.
"O principal fator é a produção de petróleo dos EUA", disse o consultor da ION Energy Group, Kyle Cooper. "Não é uma surpresa para ninguém, mas é uma realidade."
A ameaça da maior produção por parte dos produtores de xisto segurou os preços do petróleo em grande parte de 2017, mas os investidores se tornaram mais otimistas recentemente, à medida que os níveis de estoque globais e norte-americanos caíram, e os riscos geopolíticos aumentaram a incerteza sobre a oferta em um mercado aparentemente mais apertado.
"Isso só pode encorajar cada vez mais a produção dos EUA", disse Tariq Zahir, membro da Tyche Capital Advisors. "Na medida em que nos aproximamos do próximo ano, acredito que esse será o maior problema, juntamente com a estratégia de saída da Opep."
A percepção de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) estenderá um acordo que limita a produção de petróleo até março de 2018 também ajudou a apoiar os preços do petróleo nos últimos meses.
A Opep e alguns grandes produtores fora do cartel, incluindo a Rússia, acordaram no final do ano passado reduzir suas produções em cerca de 1,8 milhão de barris por dia em relação ao pico de outubro de 2016, com o objetivo de aliviar o excesso de oferta global e aumentar os preços. Agora, a organização e outros participantes do acordo devem se reunir em cerca de duas semanas para avaliar o progresso do acordo e debater uma possível extensão do acordo até o final do próximo ano.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia