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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 15/11 às 10h39min

Cobre opera em baixa, diante da desaceleração da indústria da China

O cobre opera em território negativo na manhã de hoje, ainda em reação a sinais de mais fraqueza na indústria da China. A fraqueza do petróleo também contribui para o movimento.
Às 9h30 (de Brasília), o cobre para três meses tinha queda de 0,53%, a US$ 6.736,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 9h44, o cobre para dezembro recuava 0,70%, a US$ 3,0450 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
A China, o maior consumidor global de metais, teve desaceleração na produção industrial em outubro, para uma alta de 6,2% na comparação com igual mês do ano passado, mostraram números da terça-feira. Em setembro, o avanço havia sido de 6,6%. "Os dados da China são a evidência mais concreta de que a economia do país desacelera", afirmou Caroline Bain, economista-chefe de commodities da Capital Economics. "A piora na construção é uma má notícia para o cobre, acrescentou ela, ao lembrar que mais da metade do cobre consumido na China vai para o setor de construção.
Além disso, a queda no petróleo contribui para a fraqueza do cobre, já que as duas commodities são negociadas muitas vezes em conjunto, com maior peso para o óleo.
Entre os metais usados na indústria, o níquel foi o mais afetado, em baixa de 2,37%, a US$ 11.520 a tonelada. O metal já caiu 11% desde 6 de novembro.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio caía 0,50%, a US$ 2.078,25 a tonelada, o chumbo recuava 1,80%, a US$ 2.430,50 a tonelada, o estanho tinha baixa de 0,21%, a US$ 19.415 a tonelada, e o zinco recuava 1,43%, a US$ 3.110 a tonelada.
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