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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

08/11/2017 - 11h35min. Alterada em 08/11 às 11h48min

Indicador Antecedente de Emprego avança 2,3 pontos em outubro, diz FGV

Segundo Barbosa Filho, há uma maior geração de vagas de trabalho

Segundo Barbosa Filho, há uma maior geração de vagas de trabalho


MARCELO G. RIBEIRO/JC
O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) avançou 2,3 pontos em outubro ante setembro, para 102,9 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o indicador cresceu 1,5 ponto em outubro, o que sinaliza uma dinâmica favorável do mercado de trabalho para os próximos meses.
"A recuperação gradual da economia e as perspectivas de um maior crescimento em 2018 sugerem que a geração de emprego deverá ser mais forte no próximo ano. O IAEmp reflete este sentimento por parte de empresários que esperam melhora nas condições dos negócios nos próximos seis meses e dos consumidores que também esperam uma melhora no mercado de trabalho no período", avaliou o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.
Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) recuou 0,5 ponto na passagem de setembro para outubro, para 97,1 pontos, a segunda redução consecutiva. Em médias móveis trimestrais, porém, a queda foi de apenas 0,1 ponto.
"A relativa estabilidade do ICD desde abril reflete a ainda difícil situação atual do mercado de trabalho. Observa-se uma melhora na margem de suas condições com a maior geração de vagas de trabalho, formais e informais, ao mesmo tempo em que se observa que o desemprego continua elevado", completou Barbosa Filho.
O ICD é construído a partir dos dados desagregados, em quatro classes de renda familiar, da pergunta da Sondagem do Consumidor que procura captar a percepção sobre a situação presente do mercado de trabalho. Já o IAEmp é formado por uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, todas apuradas pela FGV. O objetivo é antecipar os rumos do mercado de trabalho no País.
No IAEmp, quatro dos sete componentes tiveram melhora em outubro, com destaque para os que medem o otimismo com a situação dos negócios atual (alta de 11,9 pontos), da Sondagem da Indústria, e o de situação dos negócios nos seis meses seguintes (avanço de 4,6 pontos), da Sondagem de Serviços.
No ICD, as famílias que mais contribuíram para a queda do indicador foram as duas extremas: consumidores com renda familiar até R$ 2.100,00 mensais e aqueles que ganham mais que R$ 9.600,00 por mês.
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