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Porto Alegre, quarta-feira, 01 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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alimentos

Alterada em 01/11 às 12h46min

Cesta Básica de Porto Alegre sobe 2,33% e é a mais cara do País em outubro

Produtos in natura como tomate e batata puxaram a alta nos preços

Produtos in natura como tomate e batata puxaram a alta nos preços


FREDY VIEIRA/JC
A cesta básica de Porto Alegre subiu 2,33% no mês de outubro, passando a custar R$ 446,87, a mais cara do País. Em setembro, o valor era de R$ 436,68. Conforme dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgados nesta quarta-feira (1), no ano, a cesta na Capital registra queda de 2,65% e retração de 6,53% em 12 meses.
Dos treze produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais, seis registraram alta na avaliação mensal: o tomate (16,02%), a batata (15,04%), a banana (2,86%), o café (1,51%), o leite (1,06%) e o óleo de soja (0,26%). Em sentido inverso, cinco itens ficaram mais baratos: a farinha (-1,86%), o açúcar (-1,54%), o arroz (-1,46%), a carne (-0,23%) e a manteiga (-0,11%). Já o feijão e o pão não registraram variação de preço.
Nacionalmente, o preço da cesta bácisa apresentou queda em 11 das 21 cidades onde o Dieese realiza a pesquisa. As reduções mais expressivas foram registradas em Goiânia (-2,79%), Maceió (-2,52%) e Manaus (-1,77%).
Em outras 10 cidades, a cesta apresentou alta. Porto Alegre foi a cidade com a cesta mais cara (R$ 446,87), seguida por São Paulo (R$ 428,13) e Rio de Janeiro (R$ 421,05). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 318,31), Natal (R$ 325,09) e Recife (R$ 325,96).
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