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Porto Alegre, quinta-feira, 30 de novembro de 2017.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 01/12/2017. Alterada em 30/11 às 21h30min

Tradicionalismo

A opinião de que o movimento tradicionalista gaúcho foi iniciado pelos "rapazes do Julinho" é avassaladora e foi externada no artigo Livros e Tradição do jornalista Sérgio Becker (Jornal do Comércio, edição de 29/11/2017). No entanto, o tradicionalismo como conhecemos foi iniciado em fins do século XIX e capitaneado por Cezimbra Jacques. No Grêmio Gaúcho (avenida Carlos Barbosa, em Porto Alegre) os tradicionalistas se reuniam, eram realizados desfiles a caráter etc. Foram fundados diversos "CTGs" em várias cidades do Estado e um no Rio de Janeiro. Incrivelmente, o movimento foi cassado e proibido em meados da década de 1930 por um ditador gaúcho (a queima das bandeiras referida pelo jornalista foi o símbolo). Infelizmente, o Cezimbra era um simples militar, não era general e, também, não era filho de estancieiros. Dele resta o nome de uma rua em Porto Alegre. O prédio do Grêmio Gaúcho é uma incômoda ruína. (Antonio Augusto d'Avila, Porto Alegre)
Atraso rio-grandense
Se Porto Alegre está em 15º no ranking das cidades empreendedoras, qual é a colocação do Rio Grande do Sul diante os demais estados do Brasil? Se é uma coisa que se sabe é que, depois dos anos 1960, esse Estado entrou num estado de torpor, para não dizer de burrice, que beira ao ridículo. O atual governo não para de aumentar impostos e criar leis que são um tiro no próprio pé para o desenvolvimento. Haja povinho paciente para aturar. Creio que os gaúchos estão na mesma colocação de Porto Alegre perante a Nação. Só por burrice. (Glenio César Feres)
Bairro Santa Maria Goretti
Ouvimos explicações do secretário municipal Ramiro Rosário, na associação dos Moradores do Bairro Santa Maria Goretti. Explicações utópicas. Porque, pela enésima vez, foram comunicados planos, projetos e contratos que foram ou serão assinados para solucionar os eternos problemas de alagamentos de nosso bairro, e para a macrodrenagem de 11 bairros. Como conhecemos muito bem as causas e as localizações dos alagamentos, suspeitamos que poucos de nós (da Terceira Idade) veremos a execução dos projetos apresentados como soluções pelo secretário. Foi sugerido que temos que radicalizar, entrar na Justiça, pedindo reembolso por nossos prejuízos. As enchentes no bairro tiveram início após a construção e elevação da avenida Sertório, nos anos de 1970. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial)
Incoerência
O Rio Grande do Sul está falido financeiramente. Mas têm corporações gaúchas que se julgam acima do bem e do mal. Para seus integrantes, não interessa a falta de dinheiro, têm que ter aumentos, reposições, mais isso ou aqui, geralmente em carreiras jurídicas ou assemelhadas, de maneira incoerente. Leio, diariamente, que pedem reajustes, participação nos ganhos de causas públicas, além de exigirem o pagamento mensal em dia e o 13º também. Pode isso? Estão no limbo, fora de realidade! (Fernando Malta, Porto Alegre)
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