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Porto Alegre, quarta-feira, 25 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Política

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crise no planalto

25/10/2017 - 10h17min. Alterada em 25/10 às 10h18min

Oposição não registra presença no plenário da Câmara e protesta no Salão Verde

Aos gritos de "Fora Temer" e "Investiga Já" um grupo deu uma volta com cartazes pelo local

Aos gritos de "Fora Temer" e "Investiga Já" um grupo deu uma volta com cartazes pelo local


LUIS MACEDO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
Agência Brasil
No dia em que a Câmara dos Deputados decide sobre o futuro da segunda denúncia contra o presidente da República, Michel Temer, deputados de oposição começaram o dia com um protesto no Salão Verde.
Aos gritos de "Fora Temer" e "Investiga Já" um grupo deu uma volta com cartazes pelo Salão Verde. Mantendo a estratégia de não registrar presença para dificultar o quórum na sessão, eles montaram um púlpito no local de onde se revezam em discursos contra o relatório do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) que pede o arquivamento da denúncia.
"O plenário da oposição será o Salão Verde. A oposição só vai ao plenário quando o governo conseguir registrar presença de 342 deputados para iniciar a votação", disse o líder da minoria, José Guimarães (PT-CE).
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Temer por obstrução de justiça e organização criminosa. Também foram denunciados os ministros Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e Eliseu Padilha (Casa Civil), por organização criminosa. A acusação sustenta que os integrantes do PMDB montaram um esquema de propina em órgãos públicos, como Petrobras, Furnas e Caixa Econômica. Temer é apontado na denúncia como líder da organização desde maio de 2016.
Temer, Moreira e Padilha negam a prática de qualquer irregularidade. Para a Procuradoria, o presidente também cometeu o crime de obstrução de Justiça ao dar aval para que o empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, comprasse o silêncio do corretor de valores Lucio Funaro, apontado como operador do PMDB.
A primeira denúncia contra Temer foi rejeitada pela Câmara em agosto, por 263 votos a 227.
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