Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 03 de outubro de 2017. Atualizado às 14h25.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Senado

Alterada em 03/10 às 14h30min

Após internação, Jucá volta ao Senado e deve votar caso de Aécio

Jucá foi diagnosticado com um quadro de diverticulite no último domingo

Jucá foi diagnosticado com um quadro de diverticulite no último domingo


EDILSON RODRIGUES/AGÊNCIA SENADO/ARQUIVO/JC
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), voltou ao trabalho nesta terça-feira (3) após dois dias internado em Boa Vista, capital de Roraima. Ele foi diagnosticado com um quadro de diverticulite. Segundo sua assessoria, ele foi levado para o hospital no domingo, 1º de outubro, com febre alta, e recebeu alta nesta terça.
Jucá deve participar da votação no plenário do Senado que pode derrubar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Na semana passada, a Primeira Turma da Corte determinou que o tucano seja afastado do mandato e fique em casa à noite. A decisão, porém, foi interpretada por parlamentares como uma afronta à separação de Poderes e abriu uma crise institucional.
Em busca de um entendimento, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e a presidente do STF, Cármen Lúcia, conversaram várias vezes desde a semana passada. Embora a ministra tenha sinalizado com um acordo ao marcar para a semana que vem a votação de uma ação que pode pacificar o assunto, o Senado manteve a votação para esta terça-feira.
Na semana passada, o líder do governo foi um dos articuladores da reação dos senadores para derrubar a decisão contra o tucano. Um dos argumentos é de que não há previsão constitucional para que o Supremo afaste parlamentares do mandato sem o aval do Legislativo.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia