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Porto Alegre, segunda-feira, 02 de outubro de 2017. Atualizado às 22h55.

Jornal do Comércio

Política

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Governo Federal

Notícia da edição impressa de 03/10/2017. Alterada em 02/10 às 22h52min

Nova pesquisa confirma alta reprovação de Temer

Depois da pesquisa CNI/Ibope mostrar a queda na aprovação do presidente Michel Temer (PMDB), nova pesquisa Datafolha, divulgada ontem, confirma que Temer atingiu a maior reprovação de um presdiente desde o início da redemocratização no País. O levantamento indica que 73% dos brasileiros consideram o governo do peemedebista ruim ou péssimo - o que supera a pior taxa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), de 71%, em agosto de 2015.
Com isso, Temer se torna o presidente mais rejeitado pelos brasileiros desde o fim da ditadura militar. Mesmo assim, a parcela de entrevistados que pede a saída do peemedebista do poder caiu de 65%, em junho, para 59%.
Houve ainda um acréscimo de sete pontos percentuais entre os que defendem a permanência do mandatário no Planalto, que agora somam 37%.
A percentagem de brasileiros que consideram o governo ótimo ou bom chegou a 5% - aprovação mais baixa desde setembro de 1989. O ex-presidente José Sarney (PMDB) registrou o mesmo índice na ocasião, no contexto da hiperinflação. De acordo com o Datafolha, Temer é pior avaliado pela população do que Dilma às vésperas do impeachment. Em abril de 2016, ela somava 13% de aprovação e 63% de reprovação. 
Temer encara maior resistência entre as mulheres, das quais 76% consideram o governo ruim ou péssimo, e os entrevistados cuja renda familiar varia de dois a cinco salários-mínimos, com 75% de reprovação. O Nordeste é a região mais crítica ao presidente, com 84% contrários ao mandatário.

Dodge pede à Suprema Corte para ouvir Michel Temer

Raquel Dodge dá continuidade à investigação sobre a MP dos Portos

Raquel Dodge dá continuidade à investigação sobre a MP dos Portos


/JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL/JC
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, requereu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para tomar o depoimento do presidente Michel Temer (PMDB) no inquérito que investiga a MP dos Portos. A investigação aponta para supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A petição de Dodge foi endereçada ao ministro Roberto Barroso, relator do inquérito.
Além de Temer, são citados na investigação executivos da empresa Rodrimar e o ex-assessor especial do presidente Rodrigo Rocha Loures (PMDB), o "homem da mala" - ele foi filmado pela Polícia Federal em abril com 10 mil notas de R$ 50,00 na mala preta, somando R$ 500 mil em propina da JBS.
A necessidade de uma investigação sobre a edição do Decreto dos Portos foi inicialmente apontada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em junho, quando a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao tribunal a denúncia contra o Temer por corrupção.
Ontem à noite, Temer usou o Twitter para dizer que Dodge fez o que ele sempre pediu: "Permitir que pudéssemos nos manifestar previamente no procedimento, respeitando o estado democrático de direito". A Secretaria de Comunicação Social da presidência informou, em nota, que Temer vai responder aos questionamentos. Auxiliares do presidente classificaram o pedido como "natural".
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