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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 31/10/2017. Alterada em 30/10 às 19h28min

É hora da verdade

Conceição Maria Rocha
Considera-se "letra morta" preceito escrito, (sem valia), porque quem tem o direito e o dever de cumpri-lo, não o faz, por motivos diversos, dentre os quais requer destaque: "a senha, indigesta, rancorosa e infeliz, de adversários, maus políticos, que defendem o 'quanto pior, melhor', com vistas às próximas eleições. Para tanto, emperram projetos que lhes são enviados, desvirtuam, fazem negociatas com corporações, inutilizam o que, por ofício do cargo, deveriam analisar, aprimorar, acrescentar e aprovar, visando o bem comum". Ah, é hora de dar um basta e defender a educação! Com efeito, a Constituição Federal (CF) prevê, no capítulo III - Da Educação, da Cultura e dos Desportos - o que segue: artigo 205 - A educação, direito de todos e dever do Estado e "da família", será... artigo 206 - Princípios - inciso VII - a garantia de qualidade; artigo 210 - serão fixados conteúdos mínimos, para ensino fundamental...
Portanto, é hora de cada família, outrora vítima de paralisações recorrentes, remuneradas, (com recuperações discutíveis), largar o torpor, a lerdeza, a indiferença e, com garra, zelar pela formação de seus filhos, para evitar o crescente desmonte do ensino público; Defender o direito ao ensino, com qualidade, (isento de ideologia barata e politicalha, na sala de aula), com conteúdo sequencial, gradativo e igualitário, conforme prevê a CF, em todas as escolas, de modo a evitar lacunas na aprendizagem, caso ocorra mudança de endereço; Defender o direito ao domínio da escrita formal, da Língua Portuguesa, para que o educando desenvolva a capacidade de ler, entender textos, inferir ideias, opinar, argumentar, com clareza e concisão, o que lhe for proposto; Denunciar e não aceitar acordos lesivos ao ensino e ao Estado, com pagamentos, indiscriminados, (a varrer), de dias parados, sem a correspondente reposição (com qualidade) do ensino, por falta de fiscalização constante, eficiente, legal, da Seduc, no que lhe compete determinar, exigir e fiscalizar, para minorar danos causados. É de praxe a leniência, o descaso, neste aspecto! Vale reagir ao "faz de conta" e defender a educação, único caminho, viável, para o reerguimento moral, econômico e social deste tão reduzido, desrespeitado e mal-amado País!
Advogada
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