Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 17 de outubro de 2017. Atualizado às 18h41.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

protestos

Alterada em 17/10 às 19h44min

Cpers confirma a continuação da greve dos professores

Dirigentes do Cpers se reúnem com representantes do Governo do Estado

Dirigentes do Cpers se reúnem com representantes do Governo do Estado


CAROL FERRAZ/Cpers/Divulgação
O Comando de Greve do Cpers se reuniu com os representantes da Secretaria da Fazenda, na tarde desta terça-feira (17), na Seduc, em Porto Alegre. De acordo com os representantes da categoria dos educadores, o Governo do Estado não apresentou nenhuma proposta que contemplasse as exigências da categoria para encerrar a greve.
O chefe da Casa Civil, Fábio Branco, voltou a afirmar que o Estado não tem condições de pagar em dia e de forma integral os salários dos professores e funcionários de escola. Branco aponta que o único caminho para viabilizar isso é o da renegociação da dívida do Estado com a União.
“Sabemos das graves consequências não só para os servidores, mas para toda a população gaúcha, que esta negociação pode trazer. E nós não somos moeda de troca”, ressaltou a presidente do Cpers, Helenir Aguiar Schürer.
O Comando de Greve reafirmou a pauta da categoria e insistiu para que o governo mostrasse boa vontade e retirasse as PECs que tramitam na Assembleia Legislativa, que segundo o sindicato atacam os educadores. “Estas PECs são uma espada sobre a nossa cabeça e a retirada delas não custaria um centavo para o governo. O chefe da Casa Civil ainda teve a capacidade de nos dizer que não chamou ninguém para a audiência, que estava apenas atendendo a agenda que nós solicitamos. Não apresentou nenhuma proposta, disse somente que iria consultar o governo, não deixou nada certo. Novamente,o governo mostrou seu descaso com os educadores e a educação pública. Sem negociação, reafirmamos que a greve continua”, afirmou Helenir.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia