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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de outubro de 2017.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 30/10 às 10h04min

Juros futuros recuam com dólar à espera da ata do Copom e indicação ao Fed

Os juros futuros rondavam os ajustes anteriores nesta segunda-feira (30) após terem começado o dia em baixa, em sintonia com o dólar à vista. Segundo um operador de renda fixa, os investidores estão em compasso de espera pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom), na terça-feira, 31, e pelo nome do novo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Além disso, ressaltou, o exterior e o cenário interno mais calmos ajudam a aliviar a pressão com a pesquisa Ibope mostrando o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva à frente em todos os cenários.
No câmbio, o dólar à vista recua, enquanto o dólar futuro novembro subia levemente, refletindo ajustes em relação ao fechamento anterior, quando a moeda à vista terminou mais forte do que a cotação futura. Segundo um operador de câmbio, os negócios locais devem continuar sendo influenciados pela pressão de baixa vinda do exterior em meio à expectativas pela indicação do presidente do Federal Reserve e rumores de que o diretor da instituição Jerome Powell (mais inclinado a juros baixos) poderá vir a ser o escolhido para o cargo pelo presidente americano, Donald Trump, nos próximos dias.
Às 9h40min, o DI para janeiro de 2019 seguia em 7,28%, de 7,30% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2020 estava em 8,36%, na máxima, de 8,37% no ajuste de sexta-feira. E o DI para janeiro de 2021 em 9,09%, na máxima, de 9,10% no ajuste anterior. No câmbio, o dólar à vista caía 0,04%, aos R$ 3,2434, enquanto o dólar futuro de novembro subia 0,14%, aos R$ 3,2430.
No Relatório Focus, do Banco Central, os economistas do mercado financeiro elevaram suas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano de 3,06% para 3,08%, mas para 2018 permaneceu em 4,02%, ante 4,06% quatro semanas atrás.
Na prática, as projeções de mercado divulgadas nesta segunda no Focus indicam que a expectativa é de que a inflação fique levemente acima do piso da meta, de 3,0%, em 2017. O centro da meta para este ano e o próximo é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (inflação de 3,0% a 6,0%).
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